Rádio CN Agitos

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Texto da margareth Fenandes - DOCE NATAL.



DOCE NATAL
 Doce Natal, momento de nascimento, renovação e amor... Tempo de enxugar as lágrimas, ver através do Espírito Santo, de caminhar na pureza do sorriso da criança, do olhar do idoso e da vitalidade da juventude. Doce Natal, que a Fé te faça melhor e o menino Jesus ilumine teu ser. Viva um dia de cada vez e realize seus sonhos e projetos, confiante no Senhor. Feliz Natal e muita Paz!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Muito bom,aprenda a fazer sucos desintoxicantes.

Eles limpam o organismo e trazem diversos benefícios à saúde

Aprenda a fazer sucos desintoxicantes title=
Os sucos desintoxicantes auxiliam na eliminação de toxinas do organismo e trazem diversos benefícios à saúde. A nutricionista Andréa Uzeda, da Clínica Dicorp, no Rio de Janeiro, explica que eles atuam fazendo uma limpeza no organismo e eliminando todas as impurezas, além de melhorar o funcionamento intestinal, aumentar a disposição e a hidratação do corpo, e ativar o sistema imunológico, prevenindo contra diversas doenças. “Isso ocorre porque as frutas, verduras e outras substâncias utilizadas nesses sucos são ricos em fibras, vitaminas e minerais essenciais para a manutenção da saúde”, afirma.

Os sucos podem ser consumidos diariamente, de preferência em jejum e logo após o preparo. “Para a melhor obtenção de todos s benefícios, recomendo aliar uma alimentação saudável, rica em alimentos integrais, carnes magras, legume, verduras e frutas”, orienta a nutricionista.

Receitas de sucos desintoxicantes

Suco de cenoura com maçã

  • 1/2 cenoura
  • 1 maçã
  • 1/2 pepino
  • 1 colher de sopa de Chia
  • 200 ml de água de coco
  • 1 folha de couve
  • Hortelã a gosto
  • Bater todos os ingredientes no liquidificador. Coar se necessário.

Suco de uva com gengibre e canela:

  • 200ml de suco de uva integral
  • 1 limão com casca
  • Gengibre a gosto
  • Canela a gosto
  • Bater todos os ingredientes no liquidificador. Coar.
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    Sucos detox: 5 receitas para desinchar

    Bebidas refrescantes que ajudam a eliminar as toxinas do organismo

    Além de ajudar a eliminar as toxinas do organismo, os sucos desintoxicantes melhoram o funcionamento do intestino, ativam o sistema imunológico e aumentam a hidratação do corpo. A nutricionista Andréa Uzeda da Clínica Dicorp, no Rio de Janeiro, explica que “as frutas, verduras e outras substâncias utilizadas nesses sucos são ricos em fibras, vitaminas e minerais essenciais para a manutenção da saúde”.
    Veja 5 receitas de sucos detox:
    Leia também

    Suco detox de cenoura com maçã

    Crédito: Shutterstock
    Crédito: Shutterstock
    Ingredientes
    1/2 cenoura
    1 maçã
    1/2 pepino
    1 colher de sopa de Chia
    200 ml de água de coco
    1 folha de couve
    Hortelã a gosto

    Modo de preparo
    Bater todos os ingredientes no liquidificador. Coar se necessário.

    Suco desintoxicante e digestivo

    Ingredientes
    1 xícara (chá) de abacaxi em cubos
    1 cenoura
    1 xícara (chá) de talos de erva doce
    1 suco de limão e raspas da casca

    Modo de fazer
    Bata em uma centrífuga ou em um liquidificador todos os ingredientes com um pouco de água filtrada ou água de coco. Para deixar o suco mais cremoso, utilize a medida de meio copo. Evite usar açúcar e adoçantes.

    Suco desintoxicante “queima-pneu”

    Ingredientes
    1 ameixa-preta seca
    2 fatias de abacaxi
    3 folhas de hortelã
    1 copo (200 ml) de água de coco
    1 colher (sopa) de semente de linhaça dourada

    Modo de fazer
    Deixe a ameixa hidratar por oito horas na água dentro da geladeira. Junte aos outros ingredientes e bata no liquidificador. Beba imediatamente sem coar.

    Crédito: Shutterstock
    Crédito: Shutterstock

    Suco desintoxicante e energético

    Ingredientes
    4 cenouras
    1 maçã
    Suco de 1 limão (sem casca)
    2 laranjas
    1 pedaço de gengibre

    Modo de fazer
    Bata em uma centrífuga ou em um liquidificador todos os ingredientes com um pouco de água filtrada ou água de coco. Para deixar o suco mais cremoso, utilize a medida de meio copo. Evite usar açúcar e adoçantes.

    Suco detox com gengibre
    Ingredientes
    200ml de suco de uva integral
    1 limão com casca
    Gengibre a gosto
    Canela a gosto

    Modo de preparo
    Bata bem todos os ingredientes no liquidificador e coe em seguida.

domingo, 1 de dezembro de 2013

ALERTA - Epidemia de Aids avança entre população jovem.


As taxas do "Boletim Epidemiológico" divulgadas neste domingo (1º) mostram que problemas conhecidos de aids no País seguem sem solução. A epidemia avança entre a população jovem, sobretudo entre o grupo masculino gay. As taxas de mortalidade permanecem inalteradas e a transmissão vertical, embora evitável, continua presente.
No ano passado, 63 casos foram registrados entre menores de um ano. Dentro desse quadro, surge uma nova preocupação: "Há uma tendência de aumento de casos", afirma o pesquisador da Universidade de São Paulo Alexandre Grangeiro.
O boletim mostra que, em 2011, foram registrados no País 40.535 casos de aids. Uma marca que até então nunca havia sido alcançada. Em 2012, os números são um pouco menores: 39.185. Esse indicador, no entanto, pode mudar. Em razão do atraso nas notificações, ao longo do ano, ajustes geralmente são realizados. Considerando os números apontados em 2012, o país registra um aumento geral de casos de 12%, em relação a 2005, quando 34.828 pacientes com a doença foram contabilizados.
"Esse é um número que reflete infecções que ocorreram há 10 anos", justifica o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, ao falar sobre 2012. Grangeiro, no entanto, avalia que o País vive um momento delicado. "Essa tendência de aumento do número de casos, a resistência na queda da mortalidade ocorre quando uma série de técnicas para prevenção, tratamento, já são colocadas em prática."
Para o pesquisador da USP, a ampliação da oferta de medicamentos anunciada neste domingo é uma boa notícia, mas deve ser acompanhada também pela ampliação da estrutura de atendimento e, sobretudo, de uma política para redução do preconceito, que, garante, ainda está presente. "Essa é uma das explicações para a resistência em fazer testagem pelo HIV", completa. Pesquisas mostram que pessoas geralmente fazem o teste para confirmar que não têm o vírus. "Quando há uma suspeita, a resistência em fazer o exame aumenta."
Somente com a redução do preconceito, afirma, a população vai aderir aos testes e o tratamento iniciado o mais rapidamente possível. "O que vemos, hoje, ainda é um grande número de pessoas que têm a doença diagnosticada numa fase mais avançada."
O boletim aponta para um aumento expressivo do número de casos na população entre 15 e 24 anos no período entre 2005 e 2012. Entre homens e mulheres nesta faixa etária, a incidência passou de 8,1 a cada 100 mil habitantes, para 11,3. As taxas são empurradas pelo comportamento entre o grupo masculino jovem. No período, os números entre esse grupo cresceram 81%: saíram de 1.454 casos registrados para 2.635. Entre as mulheres jovens, a tendência é inversa. Nesta faixa etária, houve uma queda de 4% do número de casos.
Entre homossexuais masculinos, de todas as idades, a taxa de prevalência passou de 22,7 para cada 100 mil habitantes em 2005 para 32 por 100 mil, em 2012. Um número bem maior do que a taxa geral brasileira, que é de 20,2. A transmissão da mãe para o bebê, durante a gestação e parto, pode ser evitada com o uso de antirretrovirais. Mesmo assim, em 2012, foram registrados 475 casos da doença entre menores de cinco anos - e, nessa faixa etária, a transmissão vertical é a principal forma de infecção.

domingo, 24 de novembro de 2013

Pessoas que comem nozes e castanhas todo dia vivem mais e são mais magras.

  • O consumo diário de oleaginosas reduziu o risco de doenças do coração em 29% e de câncer em 11% O consumo diário de oleaginosas reduziu o risco de doenças do coração em 29% e de câncer em 11%
Pessoas que consomem uma porção diária de oleaginosas, como castanhas e nozes, têm uma redução de 20% no risco de morrer de qualquer doença e ainda tendem a ser mais magras.
É o que mostra um estudo conduzido por cientistas do Instituto de Câncer Dana-Farber, do Brigham and Women's Hospital, e da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos EUA. Os resultados estão no periódico New England Journal of Medicine.
Trata-se do maior trabalho desse tipo já publicado: os pesquisadores analisaram dados de 76.464 mulheres no período de 1980 a 2010 e de 42.498 homens entre 1986 to 2010.
"O benefício mais óbvio foi a redução em 29% de mortes decorrentes de doenças do coração", afirmou o médico Charles Fuchs, do Dana-Farber, um dos autores do trabalho. "Mas também observamos uma redução significativa - de 11% - nas mortes por câncer."
Os pesquisadores não conseguiram determinar quais os tipos de oleaginosa mais benéficos à saúde - a redução na mortalidade foi similar entre consumidores de amendoim, castanha de caju, castanha do Pará, macadâmia, pistache, noz comum e noz pecan.
Estudos anteriores já tinham associado o alto consumo de oleaginosas à diminuição do risco de doenças como diabetes tipo 2, câncer de cólon, cálculo biliar e doenças do coração. O fato também foi ligado à redução do colesterol, do estresse oxidativo e dos níveis de inflamação, adiposidade e resistência à insulina. Mas nenhum deles envolveu tanto tempo e um número tão grande de pessoas.
Os pesquisadores usaram duas grandes bases de dados em que os participantes respondiam questionários sobre hábitos alimentares e saúde em intervalos de dois a quatro anos. A porção de oleaginosas declarada por eles era de mais ou menos 29 gramas, quantidade que geralmente é oferecida em saquinhos vendidos em máquinas nos EUA. Quanto mais frequente era o consumo, maiores os benefícios notados.
Uma análise mais detalhada permitiu concluir que os consumidores de oleaginosas têm características que também contribuem para a redução de doenças: eles são mais magros, menos propensos a fumar e a beber, se exercitam mais, consomem mais frutas e verduras e usam suplementos. Mas os resultados foram confirmados mesmo com esses fatores isolados na análise.
Os autores avisam que o estudo não tem como comprovar causa e efeito. Mas lembram que a conclusão é compatível com outros estudos que mostram os benefícios do consumo de oleaginosas.
 Do UOL.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Produtos dietéticos devem ser consumidos com equilíbrio devido ao sódio. .


No mês de novembro todo o mundo se une em prol de uma causa muito importante, informar sobre o diabetes. Comemorado anualmente no dia 14 de novembro, o Dia Mundial do Diabetes chama a atenção de todos para questões que envolvem a doença, incluindo prevenção e tratamento. O Brasil ocupa a quarta posição entre os países com prevalência de diabetes e a obesidade e o sedentarismo estão entre as principais causas dessa epidemia. 
Recentemente o Ministério da Saúde divulgou a prevalência de obesidade em nosso país, quase metade da população brasileira esta com sobrepeso ou obesidade. A mudança no perfil alimentar tem sido fortemente relacionada à epidemia de obesidade, representada principalmente pelo aumento do consumo de alimentos refinados, industrializados e produtos prontos. Em comum, além do elevado valor calórico, esses alimentos também são ricos em sódio
O consumo excessivo de sódio tem sido tema de grandes discussões pela forte associação com outra doença, a hipertenção arterial e pelo aumento do risco de doenças cardiovasculares. Porém, o que mais se questiona atualmente é a quantidade elevada de sódio em produtos dietéticos ou com baixo valor calórico. De fato é um tema que expõe uma grande contradição, como produtos alimentares idealizados para tratar o diabetes e diminuir o excesso de peso pode elevar o risco de outra doença? 
O sódio é um nutriente largamente utilizado pela indústria de alimentos. É utilizado principalmente como conservante e adoçante. O ciclamato de sódio e sacarina sódica são os adoçantes que contribuem para elevação de sódio em produtos dietéticos. A indústria substitui o açúcar por uma combinação de adoçante, incluindo esses que contém sódio, em produtos como doces diet, iogurte light ou diet e principalmente bebidas como sucos e refrigerantes. Quando comparados aos produtos originais, nota-se maior teor de sódio, mas não necessariamente são ricos em sódio. 
O fato é que o consumo desses produtos não traz à saúde riscos adicionais, o consumo excessivo, esse sim parece ser o maior vilão. Infelizmente, é difícil saber exatamente a quantidade de adoçante ingerida diariamente, pois nem sempre os fabricantes disponibilizam esses valores nos rótulos. Também não sabemos quanto de sódio tem nessas porções. Por isso, é fundamental controlar a quantidade de alimentos contendo adoçante e não a quantidade máxima de adoçante. 
Afinal, o uso indiscriminado de adoçantes parece estar dando o aval para que as pessoas consumam mais alimentos e com eles, muito mais calorias. A saída é procurar entender um pouco mais sobre os alimentos que consumimos, para que possamos usufruir das possibilidades alimentares que dispomos hoje, como, por exemplo, o grande avanço que foi a descoberta dos adoçantes, principalmente para pessoas com diabetes. Além delas, as pessoas que desejam perder peso ou até manter peso também foram beneficiadas, pois conseguem reduzir bastante às calorias ingeridas durante o dia com a troca do açúcar pelo adoçante. 
Já o uso do sódio como conservante de alimentos industrializados gera muito mais preocupação, pois esses produtos são realmente ricos em sódio. Não são produtos destinados a grupos específicos e estão diretamente relacionados ao surgimento de doenças crônicas como obesidade e hipertensão. Esse é um tópico tão importante que levou o Ministério da Saúde a firmar acordos com a indústria de alimentos visando à diminuição do sódio em alimentos processados. 
No mês em que o diabetes ganha campanha mundial a mensagem mais importante para àqueles que já desenvolveram a doença e para um grande número de pessoas que ainda podem fazer a prevenção é de que o sódio em alimentos dietéticos não traz danos adicionais à saúde, desde que consumidos moderadamente. A discussão sobre o sódio não deve ficar restrita apenas para produtos industrializados. No Brasil o sal de adição ainda é o nosso maior problema. Buscar equilíbrio entre o consumo de sal refinado, a diminuição do consumo de produtos processados, o aumento da atividade física e o alcance das metas de peso é sem dúvida uma grande desafio, mas nessas medidas encontraremos a garantia de um futuro saudável!

TEXTO Margareth Fernandes,SEM CONTAMINAR.



 Dificuldades? Desilusões?Sempre aparecem... A questão é saber enfrentar tudo isso sem contaminar os outros com mau humor, indiferença, raiva. Tente aprender mais, sorrir mais, acredite em você e peça ao Senhor sabedoria, criatividade, paciência e alegria. Tenha otimismo e um novo dia será ofertado, para que você transforme-se e recomece!

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

'Novembro Azul' alerta para a prevenção ao câncer de próstata.

Depois da campanha 'Outubro Rosa', de combate do câncer de mama, chega o 'Novembro Azul', mais uma campanha de concientização direcionada, dessa vez, aos homens. O alvo agora é o combate ao câncer de próstata.

O lançamento do 'Novembro Azul' aconteceu no auditório da Secretaria de Saúde do municipio. Urologistas, representantes  dos programas da saúde do homem em Imperatriz e da comunidade participaram da programação. Durante o lançamento, os organizadores do evento chamaram a atenção para uma maior participação dos homens nas atividades propostas para todo o mês de novembro.

A expectativa é que as ativiades desenvolvidas ajudem a aumentar por exemplo o índice de exames de toque retal que ainda é considerado baixo. Segundo especialistas, a visita ao médico é fundamental para que a prevenção do câncer de próstata aconteça. Com o diagóstico precoce da doença, as chances de cura do paciente aumentam bastante.

"A pessoas não têm que se preocupar só com o câncer, mas também com as doenças prostátatas, que vêm antes. Os homens devem fazer prevenções porque o câncer de próstata é silencioso, não tem sintomas. Se o paciente tiver casos de câncer na família, o ideal é que aos 45 anos faça a sua prevenção", alertou o Drº José Neto, urologista.

Ainda de acordo com José Neto, o cancer de pênis é outra mazela que preocupa muito, principalmente em cidades mais pobres. Pois, segundo ele, a doença surge por falta de instrução e hogienização correta.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Vacina brasileira surge como promissor tratamento contra câncer de próstata.


Uma vacina desenvolvida no Brasil e que obteve resultados bem-sucedidos em testes com humanos promete ser um tratamento mais eficaz e barato que o lançado nos Estados Unidos em 2010 e até agora considerado referência para tratar o câncer de próstata.
"Obtivemos taxas espetaculares de redução da doença e de diminuição da mortalidade por câncer de próstata", disse à Agência Efe o pesquisador Fernando Kreutz, responsável pela inovação e proprietário do FK Biotec, o laboratório com sede em Porto Alegre que patenteou a vacina.
O produto estimula o sistema imunológico a identificar e destruir as células cancerígenas e a previsão do laboratório é lançar a vacina em, no máximo, três anos.
Apesar dos testes clínicos demonstrarem a eficácia da vacina no tratamento do câncer de próstata, os responsáveis da inovação consideram que também poderá ter resultados bem-sucedidos com outros tipos da doença.
"Já fizemos pequenos estudos com a vacina para tratar câncer de mama, de pâncreas, de intestino e melanoma. O pequeno número de pacientes ainda não nos permite ter conclusões clínicas, mas nos impressionou uma resposta clínica parcial em um paciente com câncer de pâncreas, que é um dos mais agressivos e mortais, com um índice de sobrevivência de apenas três meses", explicou Kreutz.
O fármaco é desenvolvido a partir das células tumorais do próprio paciente e tem o objetivo de tratar pessoas que já foram diagnosticadas com câncer para evitar a reaparição da doença ou sua morte.
"Trata-se de uma tecnologia que prevê o tratamento particular, já que cada vacina é elaborada a partir de células do paciente. Trata-se, além disso, de uma vacina terapêutica e não preventiva. Seu objetivo é tratar as pessoas com o tumor e não prevenir o surgimento da doença", acrescentou o pesquisador.
Os primeiros testes foram realizados em 107 pacientes com câncer de próstata em estado avançado, ou seja, já submetidos à cirurgia ou que já tinham retirado a próstata, que passaram por revisões periódicas durante cinco anos depois da vacinação.
Enquanto em 85% dos pacientes vacinados foi impossível detectar o PSA cinco anos depois, essa porcentagem foi de apenas 48% entre os pacientes não vacinados. O PSA é a proteína utilizada como marcador nos exames para diagnosticar câncer de próstata.
Entre os pacientes vacinados a taxa de mortalidade se reduziu a 9%, muito abaixo dos 19% registrados entre os não vacinados.
"Neste tipo de câncer a taxa de mortalidade média é de um em cada cinco pacientes, mas com a vacina conseguimos reduzir as possibilidades de morte para um em cada 11 pacientes", comemorou o proprietário do KF Biotec, que é vinculada a programa da Finep (empresa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação).
Os testes clínicos, que agora entrarão em sua terceira fase com outros 416 pacientes, também demonstraram que o produto é seguro.
De acordo com Kreutz, a vacina brasileira poderá ser uma alternativa a uma mais cara e menos eficaz lançada há três anos pelo laboratório americano Dendreon, cujo valor de mercado chegou a US$ 6 bilhões graças à inovação.
Enquanto o tratamento americano é oferecido por US$ 91 mil por paciente, o brasileiro pode ser colocado no mercado por US$ 35 mil dólares no exterior e US$ 15 mil no Brasil, segundo seu criador.
A outra vantagem é que enquanto o tratamento americano tem como alvo um único antígeno, o brasileiro foi desenvolvido para trabalhar com múltiplos antígenos, o que aumenta sua eficácia para destruir elementos estranhos e reduz as possibilidades de resistência.
"A importância deste projeto é que, além de oferecer um novo tratamento oncológico no mundo com base na imunoterapia, estamos introduzindo uma tecnologia inédita no Brasil", concluiu Kreutz.
 uol noticia saúde.

Texto da Margareth Fernandes:Graças a Deus.


É tão bom dizer: Graças a Deus, isso significa que algo bom aconteceu, o que estava ruim melhorou o que faltava chegou, à tristeza virou alegria, o sonho aconteceu! Graças a Deus... Ele move montanhas, faz água virar vinho, pães multiplicarem e o morto renascer, e mesmo as pequenas graças alcançadas devem ser vistas com o mesmo valor, pois tudo que o Senhor faz por nós são milagres e bênçãos e nos acrescenta VIDA. Graças a Deus!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Vício em internet muitas vezes esconde uma fobia social,diz especialista.

Qualquer pessoa pode sentir um certo desconforto ao conversar com alguém pela primeira vez. Mas, para certos indivíduos, situações desse tipo representam um estresse tão grande que é mais fácil evitá-las. O resultado é a perda de oportunidades importantes na vida. Essa atitude pode indicar um quadro de fobia social, tema do @saúde com Jairo Bouer desta semana.
"Quando a timidez se torna muito excessiva e tem uma repercussão muito grande na vida da pessoa, se aproxima do que a gente chama de fobia ou ansiedade social", explica o psiquiatra Fernando Asbahr, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), entrevistado por Jairo.
O especialista conta que vítimas da fobia social tendem a se "automedicar" com álcool e drogas. Além disso, são mais predispostas a  desenvolver depressão e bullying durante a infância e a adolescência, como retratado no filme "Carrie, a Estranha". Asbahr também conta que o uso excessivo da internet também pode ser um reflexo do problema.
O psiquiatra explica que muita gente, por conta da própria introversão, demora anos para buscar ajuda. O que é uma pena, já que com tratamento é possível melhorar muito e ter uma vida mais plena.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

'Vício em comer' é desculpa para justificar falta de autocontrole, diz especialista

'Vício em comer' é desculpa para justificar falta de autocontrole, diz especialista  (Foto: BBC)

O termo "vício de comer" vem sendo utilizado com frequência para explicar o comportamento das pessoas que comem demais. Mas esta pode ser uma resposta simples demais para explicar uma complexa série de comportamentos sociais ligados à obesidade.

O "vício de comer" foi comparado por alguns ao vício em drogas, e a partir daí o termo passou a ser usado não só para descrever o comportamento das pessoas que comem em excesso mas para explicar a epidemia de obesidade que afeta milhões em todo o mundo.

O termo é na verdade um passo à frente para a medicalização do problema, implicando que um comportamento social normal ao ser humano seja visto como uma patologia, como se uma forma de comer fosse uma doença.

A atitude não ajuda em nada e tem enormes impactos na maneira com que as pessoas veem seu próprio comportamento e suas vidas.

O conceito de "vício de comer" deriva de uma combinação de dados experimentais, relatos de experiências pessoais, opiniões, argumentos científicos, deduções e crenças.

Trata-se de um grande reducionismo para explicar uma série complexa de padrões de comportamento.

Evidências frágeis

As evidências existentes não levam em conta características dos alimentos em questão ou do ambiente alimentar que favoreceria o suposto risco de tornar-se "viciado".

Em contraste, o vício em drogas é associado a uma molécula específica e seu efeito farmacológico no cérebro é conhecido.

Estudos realizados em animais mostram alterações em regiões específicas do cérebro daqueles que são alimentados com uma dieta rica em açúcar.

Em humanos, tomografias computadorizadas mostram uma ativação dos sistemas de recompensa na mesma parte do cérebro quando alimentos doces são consumidos.

Por isso, não há surpresas na ligação entre o consumo de doces e a ativação de centros de recompensa, já que sabemos que os circuitos de recompensa no cérebro foram estabelecidos através da evolução como sistemas de sinalização para controlar nosso apetite.

Muitos estímulos influenciam estas áreas do cérebro e, além disso, há uma vontade intrínseca de consumir alimentos ricos em carboidratos para satisfazer uma necessidade metabólica básica do cérebro.

O gosto de coisa "doce" é um forte sinal associado a este tipo de comida, mas a ciência ainda não investigou isto em profundidade e mais trabalho é necessário antes que se possa dizer que a comida pode ser algo viciante.

Desculpa

Considerar o "vício de comer" como a única causa por trás do desenvolvimento da obesidade, apesar da existência de muitas outras explicações muito plausíveis, não é algo benéfico, particularmente para aqueles que estão tentando viver vidas mais saudáveis.

Eu me preocupo com possibilidade de que muitas pessoas venham a se valer do conceito de "vício de comer" como uma desculpa para explicar por quê comem demais - o que leva à premissa de que "não é culpa minha", e por isso "não consigo evitar".

Isto elimina a responsabilidade pessoal que eles deveriam sentir e sobre a qual poderiam tomar providências - e acaba fazendo com que as pessoas concluam que seu comportamento é uma forma de doença.

Assim, o "vício de comer" pode oferecer uma explicação bastante convincente para alguns, mas também pode ameaçar seriamente a capacidade de autocontrole de um indivíduo.

Compulsão

É fato que existem distúrbios alimentares como a compulsão por comer em excesso em curtos períodos de tempo, de forma regular - mas trata-se de uma doença rara que afeta menos de 3% das pessoas obesas.

Quem sofre do problema geralmente percebe também a perda do controle sobre o ato de comer.

Os comportamentos associados ao "vício de comer" podem ser uma forma bastante severa e compulsiva destes distúrbios.

Mas isto não explica o enorme aumento da obesidade que temos notado.

A compulsão por comer não é uma questão-chave para a obesidade e, portanto, no contexto de saúde pública, não é uma grande preocupação.

O que precisamos é de uma análise prudente e complexa sobre o que as palavras "vício de comer" realmente significam. Desta forma as pessoas poderão fazer deduções bem informadas sobre as causas de seu próprio comportamento.

TEXTO DA Margareth Fernandes:Você é especial



Você é especial
Menina e menino, muito cuidado com dietas sem nenhum acompanhamento, em fase de crescimento o corpo precisa de cálcio, ferro, vitaminas, tudo na medida certa não te fará engordar, zele pelo seu cérebro, sua pele, sua saúde. Muitos modelos magérrimos que vemos na TV ou nos sites sofrem com uma série de fatores que afetam a saúde do sistema imunológico e ainda carregam uma baixa estima. Cada pessoa tem sua beleza, seu charme, sua graciosidade, ame-se e assim, descubra o segredo da felicidade no sorrir, abraçar, caminhar e no viver na certeza que você é especial.

sábado, 5 de outubro de 2013

Remédio para pressão alta pode ajudar a tratar câncer, diz pesquisa.


Losartan é usado há mais de uma década como medicamento para tratar pressão altaUm medicamento normalmente usado contra pressão alta pode ajudar a combater o câncer ao abrir os vasos sanguíneos em tumores sólidos, segundo um novo estudo.
Segundo os responsáveis pela pesquisa, usada em conjunto com drogas convencionais de combate ao câncer, o medicamento losartan poderia elevar a expectativa de vida dos pacientes.

Após testar a técnica com sucesso em camundongos, os pesquisadores pretendem agora dar losartan a pacientes com câncer no pâncreas para ver se conseguem o mesmo resultado no combate a tumores de tratamento difícil.

Atualmente, só 5% dos pacientes com câncer no pâncreas sobrevivem mais de cinco anos após o diagnóstico. Isso ocorre porque somente um em cada dez pacientes com a doença tem um tumor capaz de ser operado.

Voluntários
Os pesquisadores do Massachusetts General Hospital, nos Estados Unidos, estão atualmente recrutando pacientes voluntários com tumores no pâncreas que não podem ser operados para testar a nova combinação de quimioterapia com losartan.

O tratamento não deve ser capaz de curá-los, mas os pesquisadores acreditam que a técnica poderia dar a eles mais meses ou anos a mais de vida.

O losartan vem sendo usado há mais de uma década como um medicamento seguro para tratar pressão alta.

Ele age relaxando ou dilatando os vasos sanguíneos para que possam suportar um fluxo maior de sangue, baixando a pressão.

A equipe de pesquisadores de Massachusetts descobriu que o medicamento era benéfico em camundongos com câncer de mama ou no pâncreas.

Ele melhora o fluxo sanguíneo dentro e no entorno dos tumores, permitindo que uma quantidade maior das drogas de quimioterapia atinjam seu alvo.

Fonte :UOL Noticias Saúde

domingo, 29 de setembro de 2013

ATENÇÃO GALERA CUIDADO COM ESSA NOVA DROGA RUSSA QUE CHEGOU NO BRASIL: NOME KROKODIL fazem viciados apodrecerem vivos,LEIA E CURTA O VÍDEO(cenas fortes).


A cada dia novas drogas estão surgindo e com ela as suas consequências, pois bem, a mais nova vem da Russia. Confira a matéria abaixo que fala do Krokodil (Crocodílio) conhecida também como “a droga do Apocalipse”, uma droga altamente letal.
 

Parece um enredo de filme trash ou uma piada de internet. Uma droga barata e viciante de fácil obtenção que apodrece a carne deixando os ossos do usuário expostos ao mundo, um verdadeiro zumbi enquanto definha. No entanto, a droga russa conhecida como Krokodil é real e apavorante.
O que é Krokodil?
Krokodil é um substituto para uma droga cara, a heroína. O princípio ativo do Krokodil, é a “desomorphine” que é vendida em alguns países da Europa (especialmente a Suiça) como substituto da morfina e é conhecida pela farmacologia desde 1932. A desomorphine é de 8 a 10 vezes mais potente do que a morfina. Trata-se de um opiáceo sintético que possui estrutura quase idêntica à da heroína.
A Codeína, um narcótico disseminado pelo mundo inteiro e de fácil acesso pode ser transformado em desomorphine com algumas reações químicas relativamente baratas. Ela então é dissolvida e injetada pelo utilizador. Considerando que a heroína custa 150 dólares cada dose e o Krokodil pode ser obtido por menos de 10 dólares fica fácil entender a razão de sua existência.
Qual a razão do Krokodil apodrecer a carne de quem usa?
O problema não é necessariamente o vício na desomorphine, a substância em si não é tão nociva, tanto que é comercializada em alguns países. O fato é que a reação que transforma codeína em desomorphine pode ser feita numa cozinha, a maioria das apreensões da droga mostrou produtos com excesso de impurezas.
Aos fabricantes de Krokodil muitas vezes faltam materiais, e, portanto, usam gasolina como solvente, utilizam também fósforo vermelho, iodo, e ácido clorídrico como reagentes para sintetizar a desomorphine a partir de comprimidos de codeína. Não há um controle de qualidade e o produto sai diretamente do “fogão para a veia”, causando estragos irreparáveis no corpo destes drogados idiotas.
Fonte:Band.com

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Azeite de oliva reduz doenças cardiovasculares em 30%, diz pesquisa.

Símbolo da culinária mediterrânea, o azeite, além de dar sabor e tempero aos pratos, pode ser um grande aliado na redução de doenças cardiovasculares em até 30%, de acordo com uma pesquisa apresentada nesta segunda-feira (23) pela especialista Joima Panisello na primeira palestra do Plano de Promoção do Azeite no Brasil, realizada pela embaixada da Espanha.
"O azeite é um alimento milenar e que as pessoas não imaginam que podem ser incorporado no dia a dia. Ele ajuda na redução das doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e câncer de próstata, de colo e mama", explicou a médica e responsável pela Unidade de lipídios da Policlínica Sant Carlos, Joima Panisello.
A pesquisa divulgada pela especialista identificou o consumo do azeite como um desafio alimentar e, por isso, 15 institutos espanhóis de ciências da saúde reuniram 7.500 pessoas saudáveis, mas com risco de doenças, para testar diferentes tipos de azeite e ver qual o de melhor potencial nutritivo.
Durante três meses, os participantes modificaram a alimentação e o resultado foi a redução das taxas de colesterol, açúcar e hipertensão por meio da dieta baseada no azeite de oliva.
Joima ressalta que esses resultados demonstram a importância de se perceber o azeite como um componente que oferece benefícios à saúde e vai além dos sabores, aromas e das histórias de plantações de oliveiras.
No Brasil, esta noção pode ajudar na mudança dos 80,1% de mortes causadas por doenças cardiovasculares, câncer e diabetes, por isso foi organizado o plano de promoção do azeite, em primeiro lugar com estudantes e professores da área da saúde em São Paulo para que este alimento seja agregado à dieta dos brasileiros.
No caso da Espanha, que responde por cerca de 60% da produção mundial de azeite de oliva, segundo dados do Conselho Oleícola Internacional (COI), o produto é um dos principais componentes da dieta mediterrânea e tem diversas qualidades.
"Para a saúde, o melhor tipo de azeite é o virgem ou extra-virgem, que está associado ao modo de extração e produção, que garante a pureza do líquido", declarou Joima.
A extração de um azeite virgem espanhol começa com a colheita durante os meses de novembro, dezembro e janeiro, seguido de armazenamento e trituração das azeitonas para tirar o "ouro líquido", explica a especialista.
Este processo não pode demorar para que não haja oxidação e refinamento do azeite, pois neste caso perde as principais vitaminas que estão no alimento.
Ainda distante do azeite espanhol, que é conhecido pela diferença de sabores e pela resistência térmica, a produção brasileira é artesanal e não responde nem por 1% do consumo nacional, já que o Brasil é o sétimo maior importador de azeite de oliva no mundo, segundo o COI.
Em 2008, pela primeira vez, o Brasil começou a produzir comercialmente o azeite de oliva, mas em pequena escala, na região da Serra da Mantiqueira, em Minas Gerais, se estendendo para Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Por isso, é importante a promoção do azeite no Brasil, não só para fortalecer o mercado entre o país e a Espanha, mas principalmente para "formar opinião do brasileiro" em acrescentar o óleo de oliva como elemento essencial para uma alimentação saudável, indicou Joima.

domingo, 8 de setembro de 2013

Meninas usam hormônios para retardar a menstruação e crescer mais.

Problemas com a altura fazem meninas atrasarem a menstruação Problemas com a altura fazem meninas atrasarem a menstruação Pelos, espinhas, aumento dos seios, suor e calcificação dos ossos. Após a primeira menstruação, as meninas precisam se acostumar com as modificações que o corpo sofre. No entanto, algumas delas utilizam hormônios para retardar este processo, principalmente para poder crescer um pouco mais. Gabriela*, de 18 anos, percebeu logo no início da puberdade que não iria crescer muito. Filha de pais baixos – com cerca de 1,60cm de altura – a expectativa era de que ela crescesse apenas até 1,50cm. “Não era isso o que eu queria, então fui atrás de ajuda médica”, disse a jovem. “Meus pais não gostaram muito, mas o ginecologista os deixou mais calmos”, afirmou. Segundo o presidente da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), Nilson Roberto de Melo, a prescrição de hormônios para o retardamento da primeira menstruação é indicada em casos deste tipo. “Os hormônios prescritos para adolescentes retardarem o processo de puberdade fazem com que os ossos tenham um pouco mais de tempo para crescer. Assim, é comum que sejam indicados medicamentos para que o corpo espere mais um pouco”, disse o especialista. Segundo ele, o remédio chega à hipófise (glândula que produz os hormônios) e faz com que a primeira menstruação seja protelada, ou seja, adiada. Gabriela começou o tratamento com 11 anos. Hoje, com 18, ela possui 1,58cm, oito centímetros a mais do que o esperado. “Não podemos esquecer que o fator genético é predominante. Não é tomando hormônios que a jovem poderá chegar a ter 1,80cm”, explicou Melo. Vaidade Mas e quando o assunto é vaidade? Algumas meninas procuram os consultórios com a intenção de ganhar altura sem necessidade. “Nestes casos é preciso que os pais avaliem bem. Como médico, acredito que os hormônios devem ser indicados quando há um problema. Caso contrário, sou contra”, disse o presidente da Febrasgo. Segundo Melo, não existem estudos de contraindicação do método, “mas é bom lembrar que o tratamento não é barato”. Além disso, “as adolescentes precisam estar com receita médica para receber a medicação, que consiste em uma injeção debaixo da pele”. Embora seja um processo demorado e que demande um alto custo, Gabriela diz estar satisfeita: “Não ouço mais brincadeirinhas de mau gosto e sinto que meu peso está melhor distribuído. Estou feliz com o resultado”, afirmou. *O sobrenome da personagem não foi divulgado para preservar sua identidade.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Estudo demonstra pela primeira vez que beber água emagrece.

Estudo demonstra pela primeira vez que beber água emagrece  (Foto: Thinkstock/ Fonte: Run&Fun)
Uma equipe de cientistas alemães demonstrou pela primeira vez que, como assegura a tradição popular, beber água emagrece.
Uma pesquisa clínica da universidade Charité de Berlim publicada nesta quinta-feira (29) na revista American Journal of Clinical Nutrition assegura que a ingestão de água reforça os efeitos de uma dieta de emagrecimento.
"Apesar de nas dietas normalmente ser recomendado beber muita água, até agora não havia nenhuma recomendação com base científica", disse o responsável da equipe de pesquisa, Rebecca Muckelbauer.
A partir da análise de cerca de 5.000 referências de diferentes bancos de dados de artigos científicos, os especialistas puderam comprovar que beber água efetivamente acelera os processos de emagrecimento quando se está fazendo uma dieta.
O estudo destaca a conclusão de uma série de dados sobre o sucesso de uma dieta em um grupo de idosos que aumentaram seu consumo médio de água.
As pessoas estudadas que aumentaram em um litro ao dia seu consumo de água emagreceram entre um e dois quilogramas a mais que o grupo de controle, que manteve sem alteração a quantidade de líquido que bebia.
O efeito de emagrecimento da água em combinação com uma dieta pode acontecer, segundo os cientistas, à simples sensação física de saciedade com a ingestão do líquido e à aceleração do metabolismo.

Texto de Margot Fernandes - SIMPLICIDADE


SIMPLICIDADE 

É incrível, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho, pois na atitude, na conduta, no estilo, é curioso observar, que a simplicidade é o que há de mais complexo, por ser confundida com desleixo, antiguidade, comodismo. Amigos, simplicidade é sabedoria, atenção, desapego ao que não é proveitoso para o seu espírito, sua harmonia! A felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la, abusar dela e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. O amor é um sentimento simples, você pode encontrá-lo, abusar dele e deixá-lo ir embora por confundi-lo com a paixão. Simplicidade é o ato de penetrar na pureza de cada movimento.
Beijos da Margot Fernandes

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Estudante de 11 anos é admitido em universidade do Texas.

 Com apenas 11 anos, Carson Huey-You está no primeiro semestre da Texas Christian University

Com apenas 11 anos, Carson Huey-You é o aluno mais novo a ser admitido na história da Texas Christian University. Carson, que quer ser físico quântico, tem aulas de cálculo, física, história e religião no primeiro semestre da universidade.
O garoto tinha apenas 10 anos quando se candidatou para a graduação -- ele fez 1.770 pontos de 2.400 possíveis no SAT (espécie de Enem americano) e fala mandarim. A mãe dele afirma que o menino já lia livros com dois anos e fazia contas de multiplicação e divisão aos tr~es anos. 
Tendo em vista o ritmo de estudos de Carson, a estimativa é que ele pode se tornar PhD com menos de 20 anos. 
O estudante prodígio disse à CBS 11 News que a universidade é divertida pois parece com a escola, só que em um campus maior e com mais gente. A mãe de Carson acompanha o garoto nas aulas. 
O pai de Carson disse que não pressionou o filho para entrar na universidade e que, inclusive, tentou "segurar" o garoto. 
Do UOL*, em São Paulo

sábado, 24 de agosto de 2013

Estudo prova que ronco pode ser eliminado com exercícios de canto.

Para eliminar o ronco é preciso fazer os exercícios diariamente durante três meses
Um estudo realizado no Reino Unido provou que o ronco pode ser reduzido ou mesmo eliminado com exercícios de canto.
Durante três meses, 60 pacientes participantes dos testes clínicos no hospital Royal Devon and Exeter, na cidade de Exeter (sudoeste da Inglaterra) fizeram os exercícios para melhorar a tonificação dos músculos da garganta desenvolvidos por uma professora de canto local, Alise Ojay, especificamente para pessoas que roncam.

"Foi um teste consideravelmente grande, tivemos 60 pessoas com roncos simples e outros 60 com apneia do sono. A metade deles estava nos grupos de controle onde não fizeram nada, enquanto os outros fizeram os exercícios", explicou Ojay à BBC.

Segundo ela, pacientes que fazem estes exercícios de voz, pronunciando os sons "ung" e "gar" juntos e em tons diferentes conseguiram diminuir e até acabar com o ronco.

A diretora de coral afirmou à BBC que os exercícios precisam ser feitos diariamente, durante três meses, para o paciente conseguir alguma melhora. Estes exercícios diários são realizados durante 12 minutos no primeiro mês e 18 minutos nos meses seguintes.

Academia
Depois de anos de estudo e testes com voluntários que roncavam, os estudiosos descobriram que os exercícios vocais funcionam para as pessoas que sofrem de uma forma simples do problema e aquelas com apneia do sono suave ou moderada.

Existem diferentes causas para o ronco. Mas, de acordo com Ojay, a maioria dos que começam a roncar com o passar do tempo, como parte do processo de envelhecimento, o fazem devido à falta de tônus muscular na garganta.

"Quando se deitam para dormir, os tecidos obstruem a garganta, a respiração é mais turbulenta e forçada. É quando qualquer tecido solto começa a vibrar", disse a especialista.

"E estes exercícios foram elaborados especificamente para as pessoas que roncam porque os músculos da garganta ficaram flácidos", acrescentou.

A diretora de coral gravou um CD com os exercícios para tonificar a garganta que, segundo ela, são diferentes do que simplesmente o ato de cantar.

"Trabalho com sons que soam vigorosamente e movimentos fortes e repetitivos no músculo importante para a pessoa que ronca", afirmou.

Ojay acrescenta que estes exercícios são como ir à academia para trabalhar uma área específica de músculos, de uma forma repetitiva.

domingo, 18 de agosto de 2013

Fumante gera custo extra de R$ 14 mil por ano às empresas, diz estudo.



O fumante representa um custo extra anual ao empregador privado dos Estados Unidos de U$ 5.816 (cerca de R$ 14 mil, de acordo com a cotação desta sexta-feira) em comparação com o não fumante, de acordo com uma análise de dados coletados de estudos anteriores.
Pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio estimaram que o maior custo anual resultou dos intervalos para fumar: U$ 3.077 (cerca de R$ 7.400). Os fumantes realizaram em média cinco intervalos ao dia em comparação com os três intervalos que a maioria dos funcionários pode realizar.
O segundo grande custo, a importância de U$ 2.056 (cerca de R$ 5.000), foi associado a despesas de saúde em excesso. Os custos remanescentes foram o resultado do aumento das faltas – os pesquisadores descobriram que os fumantes perderam a cada ano aproximadamente dois dias e meio a mais de trabalho - e da perda de produtividade no trabalho, que talvez se deva aos efeitos da privação de nicotina. As descobertas foram publicadas online em junho, no periódico Tobacco Control.
"Nós precisamos empregar mais esforços, nacionais e comunitários, para o combate sistemático ao tabagismo e não somente pela interrupção do vício, como também pela prevenção", afirmou Micah Berman da Universidade do Estado de Ohio, principal autor da análise.

domingo, 11 de agosto de 2013

Vacina experimental oferece proteção inédita contra malária.


De acordo com a National Geographic, pesquisadores da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, desenvolveram um medicamento capaz de curar a malária com uma única dose.

Um novo tipo de vacina contra a malária que imita os efeitos das picadas do mosquito demonstrou resultados iniciais promissores ao fornecer uma proteção total a uma dúzia de voluntários humanos, anunciaram cientistas nesta quinta-feira (9).

A vacina PfSPZ, do laboratório Sanaria, com sede em Maryland, contém parasitas vivos e é complicada de ser feita porque exige que os cientistas dissequem as glândulas salivares dos mosquitos para alcançar os parasitas Plasmodium, que causam malária.

Estes esporozoários depois são enfraquecidos de forma a não causarem a doença e incorporados a uma vacina que precisa ser injetada várias vezes na circulação do indivíduo, sendo que as aplicações são feitas com um mês de intervalo entre elas.

Um teste com a mesma vacina, dois anos atrás, administrada na pele dos pacientes, forma como é aplicada a maioria das vacinas, imunizou apenas 44 voluntários.

Mas o último teste demonstrou que injetar a vacina na corrente sanguínea garantiu proteção contra a malária nos seis voluntários que receberam cinco injeções com a dosagem mais alta, segundo resultados publicados na revista científica americana Science.

Seis dos nove voluntários de um grupo separado, que tomaram quatro injeções com a dose mais elevada - 135.000 esporozoários por injeção - também ficaram totalmente imunizados contra a malária, afirmou.

O estudo foi feito com 57 pessoas, incluindo 40 que tomaram a vacina em doses variadas e 17 de um grupo de controle.

O co-autor do estudo, Robert Seder, do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas disse à Science que as descobertas são "muito promissoras", mas afirmou que a vacina precisa de mais estudos.

"Precisamos repeti-lo (o teste) com um grande número de pessoas", acrescentou.

O principal pesquisador, Stephen Hoffman, diretor-executivo do Sanaria, também trabalha com engenheiros da Universidade Harvard para automatizar o processo de dissecar os mosquitos, destacou a Science.

A companhia atualmente emprega "de 12 a 15 'dissecadores', cada um capaz de destrinchar cerca de 150 mosquitos por hora", acrescentou.

A vacina PfSPZ do Sanaria contém "parasitas vivos enfraquecidos e purificados da malária que não causam a doença", destacou o comunicado.

"Embora ainda estejamos nos primeiros estágios de teste, acreditamos que esta vacina vá ser usada para eliminar a malária", disse Hoffman.

"É razoável sugerir que dentro de três a cinco anos, uma vacina segura e confiável poderá ser uma realidade comercial e fornecer benefícios médicos para uma enorme população", continuou.

Em seguida, uma série de pequenos testes clínicos estão planejados para Tanzânia, Alemanha e Estados Unidos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a malária infectou 220 milhões de pessoas em 2010 e matou 660.000. A maioria das mortes foi registrada entre crianças da África.

 Em Washington

domingo, 4 de agosto de 2013

Depressão e euforia: tire suas dúvidas sobre o transtorno bipolar.

Transtorno bipolar atinge 2,2% da população, diz OMS; tire dúvidas

O que é o transtorno bipolar? Como identificar os sintomas e realizar o diagnóstico? Todas as pessoas que têm variação de humor são bipolares? É para esclarecer essas e outras dúvidas que a Associação Brasileira de Psiquiatria (TAB) criou a campanha do Transtorno Afetivo Bipolar. Celebridades já assumiram ter a doença como a atriz a Catherine Zeta-Jones, a cantora Demi Lovato e os atores Jean-Claude Van Damme e Ben Stiller.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o transtorno bipolar é um mal que gera mais incapacidade do que qualquer tipo de câncer ou doença neurológica como Alzheimer e Epilepsia, por causa da sua cronicidade ao longo da vida e o difícil diagnóstico. Dados da própria organização indicam que o problema atinge atualmente 2,2% da população e é considerada uma das principais causas de incapacitação entre todas as doenças.
Embora a prevalência seja igual em homens e mulheres, elas têm maior associação do transtorno bipolar com outros transtornos de ansiedade como o do pânico e as fobias e podem apresentar piora significativa dos sintomas durante o período pré-menstrual e puerpério. Para tirar dúvidas sobre a doença, o Tempo de Mulher conversou com a psicóloga da Clínica Maia Prime, Clarice Cardelli, e com a psiquiatra Angela Scippa, presidente da Associação Brasileira de Transtorno Bipolar (ABTB), para explicar tudo sobre o transtorno bipolar.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Mudanças climáticas põem em risco as pessoas, não a Terra.diz estudos.

Mudanças climáticas põem em risco as pessoas, não a Terra, diz alemão

O rápido aumento da temperatura da Terra, observado no período atual, representa uma ameaça mais para a humanidade em si do que para o planeta, que já passou e sobreviveu a diferentes períodos de mudanças climáticas.
A avaliação foi feita pelo climatologista Ulrich Glasmacher, professor da Universidade de Heidelberg, da Alemanha, na conferência que fez sobre aspectos geológicos e sociais das mudanças climáticas mundiais na 65ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Recife (PE).

Segundo o pesquisador alemão, o planeta experimenta períodos de frio seguidos de ondas de calor há cerca de 450 milhões de anos. "O Cretáceo [há mais de 100 milhões de anos], por exemplo, foi um dos períodos mais quentes da Terra nos últimos 600 milhões de anos", disse Glasmacher.
Os níveis de emissão de CO2 na atmosfera naquela época também eram muito altos, como pode ser observado em estudos com fósseis de formigas - pois é um inseto que respira o ar e, em seguida, expira o oxigênio, retendo um nível muito alto de CO em seu organismo -, explicou o pesquisador.
Há poucos dados, no entanto, sobre a atividade do Sol naquele período, que influencia a temperatura da Terra e poderia fornecer pistas de como será o clima do planeta no futuro, disse Glasmacher.  "O que podemos dizer é que, toda vez que houve um período muito frio na Terra, ele foi sucedido por um período muito quente."
As mudanças climáticas pelas quais a Terra passou, contudo, não colocaram em risco a sua existência e não causaram o desaparecimento em massa de espécies, ressaltou Glasmacher.
Segundo ele, nenhuma das extinções em massa ocorridas no planeta foi causada por mudanças climáticas, mas sim por vulcões, mudanças nas placas tectônicas, meteoritos ou cometas. E, em todos os casos, o planeta sobreviveu.
"Qualquer cenário previsto como fatal para o planeta é mentiroso e tem o objetivo de causar medo. Por mais devastador que as mudanças climáticas possam ser, a vida e o planeta vão sobreviver sem nós, humanos", disse.
"O planeta fez isso no passado, quando os dinossauros foram extintos, e a vida na Terra continuou nos milhões de anos seguintes. A questão, agora, é se a humanidade conseguirá sobreviver às mudanças climáticas globais", ponderou.

Risco de extinção
Na avaliação de Carlos Nobre, secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o risco de as mudanças climáticas causarem o desaparecimento do homem no planeta é, de fato, muito pequeno, uma vez que os humanos desenvolveram capacidades cognitivas que os tornaram uma das espécies mais adaptadas e adaptáveis da Terra.
Além disso, é muito improvável que a concentração de oxigênio no planeta seja modificada nos próximos milhões de anos por efeito das mudanças climáticas, a ponto de ameaçar a vida no planeta.
O problema é que as plantas só conseguem realizar fotossíntese sob uma temperatura de até 48 graus Celsius. Se a temperatura média continental atingisse essa faixa, haveria o risco de extinção em massa de espécies por causa da quebra da cadeia alimentar, ressalvou Nobre, que foi o apresentador da conferência de Glasmacher.
"Não que a temperatura média da Terra vá chegar a mais de 40 graus. Mas, se isso acontecesse, haveria o risco de interromper a fotossíntese das plantas e, com isso, o planeta seria muito diferente de hoje, com menos vida e mais desértico - ainda que plantas do deserto façam fotossíntese em um intervalo muito curto de tempo", disse o pesquisador.
Segundo Nobre, a maior preocupação sobre os possíveis impactos do aquecimento global observado no período antropocênico atual, contudo, não está relacionada ao valor final da temperatura suportada pelas espécies (48ºC), mas à velocidade com que a mudança está ocorrendo, o que poderá dificultar a adaptação de diversas espécies.
"Ter uma variação de cinco graus [Celsius] na temperatura em 200 anos, como acontece agora no Antropoceno, é algo raro e não ocorria há muito tempo. Muitas espécies não têm condições de se adaptar a uma mudança climática tão rápida", afirmou.
"Se a temperatura levasse um milhão de anos para subir cinco graus, a extinção de espécies seria pequena. Já se isso acontecer em um período entre 50 e 100 anos a extinção será muito grande. E, se ocorrer em um prazo de 30 anos, 40% das espécies seriam extintas - o que, talvez, não possa ser considerada uma extinção em massa, mas é uma perturbação de uma dimensão que só meteoritos e vulcanismos causaram no passado", comparou.