Rádio CN Agitos

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Pesquisa diz que um refrigerante por dia aumenta risco de diabetes.

 Quem bebe uma lata por dia de refrigerante sem ser diet tem um risco de desenvolver diabetes 20% maior do que quem consome uma lata ou menos por mês
Beber uma ou mais latas de refrigerantes por dia aumenta o risco de diabetes na vida adulta, de acordo com um estudo europeu publicado na revista britânica Diabetologia.
A pesquisa parece confirmar estudos americanos sobre o mesmo tema.
De acordo com seus coordenadores, do Imperial College London, quem bebe uma lata por dia de refrigerante sem ser diet tem um risco de desenvolver diabetes 20% maior do que quem consome uma lata ou menos por mês.
"E para cada lata de refrigerante que um indivíduo bebe por dia, o risco de diabetes aumenta mais", disse à BBC a pesquisadora Dora Romaguera, do Imperial College London.
A pesquisa foi realizada a partir de dados coletados no Reino Unido, Alemanha, Dinamarca, Itália, Espanha, Suécia, França e Holanda. Nela, cerca de 350.000 pessoas foram questionadas sobre sua dieta.
"Dado o aumento do consumo dessas bebidas na Europa, concluímos que é preciso dar à população informações claras sobre os seus efeitos sobre a saúde", conclui a pesquisa, que indica que o consumo de suco de frutas não tem o mesmo efeito o de refrigerante com açúcar.
Calorias
Matthew Hobbs, diretor de pesquisas da organização Diabetes UK, ressalta que a ligação entre refrigerantes e diabetes tipo 2 é observada mesmo quando o índice de massa corporal é levado em conta. Ou seja, o risco de desenvolver diabetes é maior mesmo em pessoas magras que consomem uma lata diária de refrigerante.
Segundo Hobbs, isso sugere que esse risco não estaria ligado ao fato de que quem consome a bebida estar ingerindo muitas calorias, embora mais estudos sejam necessários para comprovar isso.
"De qualquer forma, recomendamos um limite no consumo de alimentos e bebidas açucarados porque, por serem ricos em calorias, eles podem levar a um ganho de peso. E sabemos que a manutenção de um peso saudável é muito importante para se evitar a diabetes tipo 2", diz Hobbs.
Patrick Wolfe, da University College London, enfatiza que os refrigerantes açucarados são apenas um entre muitos outros fatores de risco para a diabetes tipo 2.
"Mas já que esse é um risco que podemos facilmente eliminar - trocando os refrigerantes com açúcar por refrigerantes diet ou, melhor ainda, cortando os refrigerantes de nossa dieta, faz sentido fazer isso", opina.
FONTE - UOL

domingo, 21 de abril de 2013

Atores, músicos e atletas famosos vivem menos, mostra estudo.


  • Elvis Presley em foto do filme "Roustabout", de 1964; estudo feito por médicos mostra que artistas que morreram cedo, como ele, estão longe de ser exceção
    Elvis Presley em foto do filme "Roustabout", de 1964; estudo feito por médicos mostra que artistas que morreram cedo, como ele, estão longe de ser exceção
A fama realmente tem um preço, de acordo com um estudo recém-publicado em um periódico médico. Uma análise sobre a vida e a morte de 1.000 pessoas de sucesso detectou que popstars, atletas e atores são mais propensos a viver menos. E eles morrem, em média, sete anos e meio antes que outros indivíduos que se deram bem na vida.


A partir de informações de obituários do jornal americano New York Times, publicados entre 2009 a 2011, pesquisadores australianos provaram que personalidades como Elvis Presley, Jimmy Hendrix e Jim Morrisson estão longe de ser a exceção. A maioria das mortes precoces está ligada a acidentes, doenças infecciosas como o HIV e câncer.
A análise mostrou que artistas performáticos, como atores e cantores, são os que morrem mais cedo, com uma média de 77 anos e 1 mês. Na outra ponta estão os militares famosos, com média de 84 anos e 8 meses. Homens de negócios e políticos também apresentaram médias acima dos 80.
Os atletas são outra categoria de famosos que se saíram mal na pesquisa, com 77 anos e 5 meses de vida, em média, assim como os escritores, que alcançaram a média de 78 anos e meio.
Segundo o trabalho, publicado na edição online do periódico QJM: An International Journal of Medicine, as mortes por câncer de pulmão, associadas ao fumo, foram muito comuns entre os artistas.
Os autores comentam que jovens à beira da fama muitas vezes são obrigados a escolher entre explorar os potenciais da carreira ao máximo ou levar uma vida saudável.
Os autores levantam possibilidades como a tendência a cometer muitos excessos durante a fase de sucesso, e de se automedicar depois. Para o professor Richard Epstein, do setor de oncologia do St Vincent Hospital, de Sydney, os resultados servem de alerta para quem pretende ficar famoso.
Uma outra análise recente, feita por pesquisadores britânicos com estrelas de rock, mostrou que muitos dos que morrem cedo foram abusados quando menores. Segundo os autores, o jeito "rock and roll" de ser costuma ser atraente para quem teve uma infância infeliz.
 Do UOL

quarta-feira, 17 de abril de 2013

VEJA - O que é? O Transtorno Bipolar.

Transtorno Bipolar

O que é?

O Transtorno Bipolar do Humor, denominado como psicose maníaco-depressiva, é conhecida pelas oscilações ou mudanças de humor repentinas. Essa mudança pode ser uma simples “saída” da alegria para a tristeza como até mesmo mudanças patológicas acentuadas, como a mania, hipomania, depressão e outros quadros.
Essa doença pode acarretar muitos problemas na vida social dos pacientes, inclusive, com a família e a sociedade em geral. Hoje, a cada 100 indivíduos, 8 possuem essa o Transtorno Bipolar do Humor. Ela se manifesta tanto nos homens como nas mulheres.

O que causa a doença?

Não existe nenhum estudo que comprove quais as bases para a causa da doença. O que se sabe é que os fatores biológicos, genéticos, sociais e psicológicos influenciam diretamente no desenvolvimento do Transtorno Bipolar do Humor. Mas o fator genético é o que mais chama a atenção de cientistas e pesquisadores, devido o acompanhamento de tendências familiares dos pacientes observados.

Como ela aparece?

Geralmente, os sintomas são os de irritabilidade constante e muito intensa, por qualquer motivo.  Ela pode se iniciar na infância, mas a grande maioria começa a sofrer na adolescência, com dois terços até os 19 anos. Nas mulheres, ela pode vir com força entre os 45 e 50 anos. São raros os casos de pacientes que desenvolveram o transtorno depois dos 50 anos.

Manias:

  • Humor excessivamente animado, exaltado, eufórico, alegria exagerada e duradoura;
  • Extrema irritabilidade, impaciência ou “pavio muito curto”;
  • Agitação, inquietação física e mental;
  • Aumento de energia, da atividade, começando muitas coisas ao mesmo tempo sem conseguir terminá-las
  • Otimismo e confiança exageradas;
  • Pouca capacidade de julgamento, incapacidade de discernir;
  • Crenças irreais sobre as próprias capacidades ou poderes, acreditando possuir muitos dons ou poderes especiais;
  • Idéias grandiosas;
  • Pensamentos acelerados, fala muito rápida, pulando de uma idéia para outra,tagarelice;
  • Facilidade em se distrair, incapacidade de se concentrar;
  • Comportamento inadequado, provocador, intrometido, agressivo ou de risco;
  • Gastos excessivos;
  • Desinibição, aumento do contato social, expansividade;
  •  Aumento do impulso sexual;
  • Agressividade física e/ou verbal;
  • Insônia e pouca necessidade de sono;
  • Uso de drogas, em especial cocaína, álcool e soníferos.

Depressão

  •  Humor melancólico, depressivo;
  •  Perda de interesse ou prazer em atividades habitualmente interessantes;
  • Sentimentos de tristeza, vazio, ou aparência chorosa/melancólica;
  •  Inquietação ou irritabilidade;
  •  Perda ou aumento de apetite/peso, mesmo sem estar de dieta;
  •  Excesso de sono ou incapacidade de dormir;
  •  Sentir-se ou estar agitado demais ou excessivamente devagar (lentidão);
  •  Fadiga ou perda de energia;
  •  Sentimentos de falta de esperança, culpa excessiva ou pessimismo;
  •  Dificuldade de concentração, de se lembrar das coisas ou de tomar decisões;
  •  Pensamentos de morte ou suicídio, planejamento ou tentativas de suicídio;
  • Dores ou outros sintomas corporais persistentes, não provocados por doenças ou lesões físicas.

Estado Misto

  • Sintomas depressivos e maníacos acentuados acontecendo simultaneamente;
  • A pessoa pode sentir-se deprimida pela manhã e progressivamente eufórica com o passar do dia, ou vice-versa;
  • Pode ainda apresentar-se agitada, acelerada e ao mesmo tempo queixar-se de angústia, desesperança e idéias de suicídio;
  • Os sintomas freqüentemente incluem agitação, insônia e alterações do apetite. Nos casos mais graves, podem haver sintomas psicóticos (alucinações e delírios) e pensamentos suicidas;

Tratamento

O tratamento deve ser iniciado assim que o diagnóstico for proferido. O medicamento envolve uma classe de remédios chamada de estabilizadores do humor. Eles são capazes de amenizar o estado  de estresse do paciente. O carbonato de lítio é o mais estudado e mais usado no tratamento.  A carbamazepina, a oxcarbazepina e o ácido valproico também são utilizados.Tratamento
Existe também o acompanhamento psiquiátrico, mantido ao longo do tratamento dos remédios.

TEXTO DA MAGARETH FERNANDES,NO MEIO DA POLÊMICA


NO MEIO DA POLÊMICA

Em certas polêmicas o melhor a fazer é zelar pelo próximo, respeitar e orar por quem precisa, pode-se orientar o que é diferente de alimentar a polêmica, mas com cautela, descrição e sabedoria!
E o que posso fazer?
Não colocar lenha na fogueira, não sufocar alguém com a fumaça. Evitar queimadas e queimaduras. Não devemos rejeitar o próximo, mas, lutar com ele por um caminho melhor.
Saiba que você pode ser a polêmica de amanhã e com certeza vai precisar de um amigo onde mesmo com opiniões diferentes conseguirá te preservar!

domingo, 14 de abril de 2013

ATENÇÃO ALERTA -Fumo "apodrece" cérebro,alem de causar mortes, diz estudo britânico.


O cigarro "apodrece" o cérebro ao danificar a memória, o aprendizado e o raciocínio lógico Foto: Getty Images


O cigarro "apodrece" o cérebro ao danificar a memória, o aprendizado e o raciocínio lógico, segundo um estudo feito por pesquisadores da universidade King's College London.

A pesquisa feita com 8,8 mil pessoas com mais de 50 anos mostrou que alta pressão sanguínea e estar acima do peso também afetam o cérebro, mas não na mesma medida.

Cientistas envolvidos na pesquisa afirmam que as pessoas precisam perceber que o seu estilo de vida afeta tanto a mente quanto o corpo.

A pesquisa foi publicada na revista científica Age and Being.

Os pesquisadores investigaram o elo entre o cérebro e as probabilidades de ataque cardíaco e derrame.

Os voluntários da pesquisa - todos com mais de 50 anos - participaram de testes de memorização de novas palavras. Eles também eram instigados a dizer o maior número de nomes de animais em um minuto.

Os mesmos testes foram realizados após quatro anos e depois oito anos.

Os resultados mostraram que o risco de ataque cardíaco e derrame "estão associados de forma significativa com o declínio cognitivo". As pessoas com maior risco foram as que mostraram maior declínio.

Também foi identificada uma "associação consistente" entre fumo e baixos resultados no teste.

"O declínio cognitivo fica mais comum com o envelhecimento e para um número cada vez maior de pessoas interfere com o seu funcionamento diário e bem-estar", diz Alex Dregan, pesquisador que trabalhou no estudo.

"Nós identificamos uma série de fatores de risco que poderiam ser associados ao declínio cognitivo, e todos eles podem ser modificados. Nós precisamos conscientizar as pessoas para a necessidade de mudanças de estilo de vida por causa do risco de declínio cognitivo."

Para Simon Ridley, pesquisador da entidade Alzheimer's Research UK, o declínio cognitivo ao longo dos anos pode levar a doenças como demência.

Outra entidade britânica de estudo do Alzheimer - a Alzheimer's Society - emitiu uma nota na qual elogia o estudo da King's College London.

"Todos sabemos que cigarro, alta pressão sanguínea, altos níveis de colesterol e alto índice de massa corpórea fazem mal ao coração. Essa pesquisa acrescenta vários indícios de que isso pode fazer mal à cabeça também."



BBCBrasil.com

Clara do ovo pode reduzir pressão; efeito é maior com ovo frito.


Proteína do ovo frito a altas temperaturas mostrou uma capacidade maior para reduzir a pressão sanguínea que os ovos fervidos a 100 graus Celsius Foto: Getty Images
Proteína do ovo frito a altas temperaturas mostrou uma capacidade maior para reduzir a pressão sanguínea que os ovos fervidos a 100 graus Celsius
  • Um componente na clara do ovo, já popular como substituto do ovo completo entre os consumidores preocupados com o colesterol da gema, pode ajudar na redução da pressão sanguínea, segundo informaram pesquisadores nesta terça-feira (9).

"Temos provas de laboratório que um peptídeo - um dos elementos que constituem as proteínas - na clara do ovo reduz a pressão sanguínea tanto como uma dose baixa de Captopril, um remédio para a pressão alta", acrescentou. Zhipeng e seus colegas usaram um peptídeo chamado RVPSL. Um dos estudos, publicado na revista "Journal of Agricultural and Food Chemistry" da Sociedade Química, indica que a proteína do ovo frito a altas temperaturas mostrou uma capacidade maior para reduzir a pressão sanguínea que os ovos fervidos a 100 graus Celsius.

domingo, 7 de abril de 2013

DNA de índios brasileiros tem traços comuns com polinésios, diz estudo.


Cientistas brasileiros analisaram o material genético de índios brasileiros que viveram no século 19 e descobriram que eles tinham parentesco com populações nativas da Polinésia, região formada por ilhas do Pacífico, praticamente do outro lado do mundo.
A análise foi feita com o DNA mitocondrial, uma herança genética que vem apenas da mãe e é comumente usada por pesquisadores para comparar características de diferentes populações.

Os índios botocudos são naturais de Minas Gerais, da Bahia e do Espírito Santo. Ainda existem pequenas populações, mas a maior parte da etnia foi dizimada no início do século 20. O material usado no foi retirado de crânios de índios que viveram no século 19, e a análise foi feita independentemente por cientistas no Brasil e na Dinamarca.
A semelhança do material genético dos índios e dos polinésios surpreende porque não faria muito sentido dentro da teoria vigente sobre como o homem chegou a América. Os cientistas acreditam que os primeiros humanos tenham chegado ao continente pelo Estreito de Bering – que, na era do gelo, unia Alasca e Rússia – entre 20 mil e 15 mil anos atrás.
A partir daí, os autores do estudo criaram uma série de hipóteses. Na visão deles, é possível que os polinésios e os índios brasileiros tenham algum ancestral comum, mas isso não é provável, pela data em que as migrações ocorreram nos dois continentes. Outra hipótese considerada improvável, mas não descartada, é que polinésios tenham navegado pelo Pacífico, atravessado os Andes e estabelecido contato com os botocudos no atual Brasil.
Contudo, a explicação que os pesquisadores consideraram mais plausível teria ocorrido já no século 19. Nesta época, o Brasil recebia muitos escravos da região de Moçambique, na costa leste da África. Perto dali, fica a ilha de Madagascar, onde existem populações de origem polinésia. Esses escravos poderiam então ter encontrado com as tribos indígenas no Brasil e até se reproduzido, o que explicaria a semelhança genética.
Embora não haja uma explicação definitiva para a relação, os cientistas consideram que a simples descoberta da semelhança genética entre esses dois povos já é de grande valia para explicar a história da ocupação humana no continente americano.
O trabalho foi coordenado por Sergio Pena, da Universidade Federal de Minas Gerais, em uma equipe composta por pesquisadores de outras universidades do Brasil e do exterior, e publicado pela “PNAS”, a revista da Academia Americana de Ciências.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Os perigos da automedicação: cuide melhor da sua saúde. Evite o uso indiscriminado de medicamentos;


 

 
 


 O uso inadequado de medicamentos pode levar desde a uma reação alérgica leve até a um quadro grave de intoxicação, além de mascarar alguns sintomas de uma doença mais grave, atrasando o diagnóstico e comprometendo o tratamento.
Segundo revisão dos dados fornecidos pelo Sistema Nacional de Intoxicações Tóxico-Farmacológicas – SINITOX, da Fundação Oswaldo Cruz, no ano de 2006 foram registrados 112.760 casos de intoxicação humana com 511 óbitos. Desses, 34.582 foram devidos à intoxicação por medicamentos gerando 106 óbitos. O documento não deixa claro quantos desses acidentes são devidos à automedicação. Deve ser levado em consideração também que muitos casos não chegam ao conhecimento dos órgãos encarregados das estatísticas. São os casos de subnotificação.
O acompanhamento médico é fundamental na hora de usar um medicamento, mesmo este sendo vendido sem obrigatoriedade de uma prescrição médica. O médico é a única pessoa com as condições adequadas para avaliar as necessidades de um paciente, seu histórico de saúde, possíveis interações medicamentosas e possibilidades de alergias, prescrevendo de forma adequada um tratamento.
Por isso, a população deve estar atenta aos perigos do uso indiscriminado de medicamentos:
  • A automedicação pode levar a erros de diagnósticos, à escolha de uma uma terapia inadequada e pode retardar o reconhecimento de uma doença, com a possibilidade de agravá-la.
  • Os medicamentos que já foram anteriormente prescritos podem não ser mais efetivos para uma reincidência da doença. A não ser que o médico já tenha orientado desta forma.
  • Sintomas iguais podem ter causas diferentes. Os sintomas são apenas um dos indicativos de problemas de saúde. Antes da prescrição, a consulta médica, o exame clínico e a realização de exames complementares são fundamentais.
  • Interações medicamentosas podem ter consequências graves para a saúde. O médico tem competência para avaliar que tipos de medicamentos podem ser tomados em conjunto.
  • Os médicos devem ser cautelosos ao fazer suas prescrições, usando letras legíveis ou prescrições impressas, além de orientar sobre o uso correto e os cuidados quanto à substituição dos medicamentos prescritos.
Com o fracionamento das doses de medicamentos o Ministério da Saúde está ajudando a evitar a automedicação e os riscos de intoxicação, pois desta maneira o paciente leva para casa apenas a quantidade necessária para seu tratamento.

Cada um deve fazer a sua parte para evitar as complicações do uso indiscriminado de medicamentos.

NEWS.MED.BR

LEIA - Dieta rica em fibras diminui risco de AVC



Um estudo desenvolvido por especialistas da University of Leeds, no Reino Unido, mostra que consumir alimentos ricos em fibras pode contribuir para a diminuição do risco de ter um AVC. A notícia é importante, sobretudo porque a maior parte da população brasileira apresenta baixos índices de ingestão do nutriente, de acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2011. Além disso, no Brasil, o AVC mata mais que o infarto: são mais de 100 mil pessoas por ano, segundo o Ministério da Saúde. A pesquisa será publicada na edição de maio do periódico médico Stroke.

Foram revisados oito grandes estudos sobre o assunto conduzidos nos Estados Unidos, no Japão e na Austrália e publicados entre 1990 e 2012. O objetivo era descobrir a influência do nutriente sobre os principais fatores de risco do AVC, como a hipertensão e o colesterol alto. O AVC ocorre quando um coágulo bloqueia o fluxo normal de sangue de um vaso até o cérebro ou quando há sangramento dos vasos nesse órgão.

Os resultados mostraram que para cada aumento de 7 g no consumo diário de fibras, há redução de 7% do risco de sofrer um AVC. Vale lembrar, entretanto, que nutricionistas recomendam de 25 a 30 gramas de fibras por dia. A meta, segundo os autores, poderia ser alcançada optando por massas integrais, verduras ou frutas in natura.

Assim, é importante entender que incluir fibras na alimentação não significa mudar completamente a rotina, mas saber fazer trocas inteligentes. Não é recomendável também abolir alimentos refinados do dia a dia. Quando se fala em dieta, o importante é manter o equilíbrio.

Inclua fibras na dietaTrocas inteligentes. Este é o segredo para consumir mais fibras. Veja a seguir como incluí-las na rotina e obter seus benefícios:

 1. Leite no café da manhã: embora o leite seja muito saudável e cheio de cálcio - outro nutriente em falta no prato dos brasileiros -, é muito pobre em fibras. Isso, porém, não quer dizer que ele deva ser exterminado do seu cardápio. Com as combinações certas, é possível deixá-lo mais saudável.

2. Leite com cereal
: acrescentando o cereal ao seu leite matinal, você também está adicionando fibras insolúveis. Os cerais, principalmente os integrais, são os campeões quando o assunto é esse nutriente.  

Dicas de Aurinete Medeiros,Consultora de moda.





Além do skinny e da legging, as listras também tem aparecido em calças modelo flare, aquelas que são mais justas do quadril até o joelho e depois se abrem, deixando a boca da perna maior. Esse modelo é o que mais alonga a silhueta! Um detalhe i mportante é o comprimento da barra. Como a boca da calça é larga, a barra não pode ser muito curta. Pessoalmente, gosto quando um pouquinho do sapato aparece. Senão me dá impressão que a perna vira uma pata de zebra!
Como o preto e branco é tendência, você pode combinar a calça com tops lisos pretos ou brancos mesmo. No entanto, fica bem interessante usar com peças coloridas também, de cor bem forte. Se as listras forem mais fininhas, você pode até arriscar um mix de estampas.

Quanto aos sapatos, dependem mais do modelo da calça. As leggings e skinnys ficam bem com botinhas de cano curto, scarpins, flats e tênis tipo all star. Já as calças flare exigem salto alto
Dicas de Aurinete Medeiros.