Rádio CN Agitos

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Combinação de remédios é melhor do que aspirina sozinha para evitar AVC.

Se confirmadas, conclusões de estudo feito na China podem mudar o tratamento padrão para evitar um derrame em pessoas que já sofreram um

Aspirina: nova fórmula reduz o tempo de absorção do medicamento pelo organismo
Aspirina: combinar a droga com outro medicamento que evita coágulo no sangue é melhor para reduzir o risco de AVC, diz pesquisa.

 É comum que pessoas que já sofreram algum acidente vascular cerebral (AVC) sejam tratadas com aspirina para evitar coágulos no sangue e, assim, diminuir o risco de um segundo derrame. Um teste clínico realizado na China, porém, demonstrou que combinar a droga com outro medicamento usado para evitar coágulos é melhor do que a aspirina sozinha para reduzir o risco de AVC.

Segundo a pesquisa, publicada nesta quarta-feira na revista The New England Journal of Medicine, a terapia combinada reduziu em um terço o risco de derrame em pacientes que já haviam sofrido um em comparação com o tratamento baseado na aspirina.
As conclusões fazem parte da terceira fase do teste clínico chinês em torno da terapia combinada para a prevenção do AVC. A pesquisa foi denominada de CHANCE (sigla que significa Clopidogrel em Pacientes com Alto Risco de Eventos Vasculares Cerebrais Agudos Não Incapacitantes). Um teste similar a esse está sendo realizado nos Estados Unidos. Caso os resultados sejam confirmados, os especialistas acreditam que a combinação do medicamento clopidogrel (Plavix) com a aspirina pode mudar o padrão de cuidado a pacientes com um alto risco de sofrer um segundo derrame.
O trabalho chinês foi feito com 5.170 pacientes que sofreram um AVC. Até 24 horas depois de o evento cardiovascular ter ocorrido, essas pessoas passaram a ser tratadas com aspirina ou então com a combinação de aspirina e clopidogrel. De acordo com os resultados, 11,7% daquelas que fizeram uso somente de aspirina sofreram um AVC nos três meses seguintes ao início do tratamento. Essa prevalência foi de 8,2% entre o grupo submetido à terapia combinada.
"Os resultados foram surpreendentes", diz Claiborne Johnston, professor de Neurologia da Universidade da Califórnia, em São Francisco, e um dos autores do estudo. Johnston também coordena a pesquisa que está sendo feita nos Estados Unidos sobre o assunto. “Devemos ter a confirmação ou não dessas conclusões dentro de alguns anos”, afirma.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Adesivos podem substituir agulhas em vacina do futuro, dizem cientistas

Novo método abre caminho para vacinas de uso fácil para doenças como a malária


  • Novo método abre caminho para vacinas de uso fácil para doenças como a malária
Um adesivo que é colocado na pele para aplicar vacinas de forma barata e eficaz foi apresentado durante a conferência TEDGlobal em Edimburgo, na Escócia.

Substituir a agulha por um nanoadesivo pode transformar a prevenção de doenças mundo afora, disse o inventor da tecnologia, o pesquisador Mark Kendall, da University of Queensland, em Brisbane, Austrália.

Segundo ele, o novo método abre caminho para vacinas de uso fácil para doenças como a malária, por exemplo.

Outros especialistas deram boas vindas à novidade, mas disseram que o método pode não ser apropriado para todos os pacientes.

A série de conferências TEDGlobal (a sigla inglesa TED quer dizer "Think, Exchange, Debate" ou "Pense, Troque, Debata") é realizada anualmente em diferentes partes do mundo. Ela é financiada pela fundação privada sem fins lucrativos Sapling Foundation, que promove a circulação de grandes ideias pelo mundo.

Método antigo

A palestra de Kendall em Edimburgo teve uma simbologia histórica: há 160 anos, na capital escocesa, Alexander Wood pediu a primeira patente para a agulha e a seringa.

"A patente era quase idêntica às agulhas que usamos hoje. É uma tecnologia de 160 anos", disse Kendall.

Aliada à água limpa e saneamento, ela cumpriu um papel fundamental no aumento da longevidade em todo o mundo, acrescentou. Mas para Kendall, talvez tenha chegado a hora de atualizarmos essa tecnologia.

O nanoadesivo é baseado na nanotecnologia - que permite manipular a matéria em escala atômica e molecular, ou seja, em dimensões infinitamente pequenas.

Ele supera algumas das desvantagens mais óbvias de vacinas convencionais, como o medo da agulha e a possibilidade de contaminação provocada pelo uso de agulhas sujas.

Mas há outras razões pelas quais o método pode ser transformador, disse o professor.

Milhares de minúsculas saliências no adesivo perfuram a pele e liberam a vacina, que é aplicada, seca, sobre a pele.

"As saliências no adesivo trabalham com o sistema imunológico da pele. Nosso alvo são essas células, situadas a um fio de cabelo de distância da superfície da pele", disse Kendall.

"Talvez estejamos errando na mira e deixando de atingir o ponto imunológico exato, que pode estar na pele e não no músculo, que é onde as agulhas tradicionais vão".

Em testes feitos no laboratório de Kendall na University of Queensland, o adesivo foi usado para administrar a vacina contra gripe.

A equipe australiana disse ter notado que as respostas para vacinas aplicadas por meio do nanoadesivo foram completamente diferentes daquelas aplicadas com o uso da seringa tradicional.

"Isso significa que nós podemos trazer uma ferramente completamente diferente para a vacinação", disse o pesquisador.

A quantidade de vacina necessária, por exemplo, é muito menor - até um centésimo da dose normal.

O preço de "uma vacina que custa US$ 10 pode ser reduzido para US$ 0,10, o que é muito importante no mundo em desenvolvimento", acrescentou.

Vacinas sem efeito

Outro ponto fraco das vacinas tradicionais é que, por serem líquidas, precisam ser mantidas no refrigerador, desde o laboratório até a clínica onde é feita a vacinação.

"Metade das vacinas aplicadas na África não estão funcionando direito por causa de falhas na refrigeração em algum momento".

Quando Kendall disse, durante a conferência, que a vacina nanoadesiva poderia ser mantida a 23ºC durante um ano, a plateia respondeu com aplausos calorosos.

Um representante da Brithish Society for Immunology, a sociedade britânica de imunologia, deu boas vindas à tecnologia, mas fez algumas ressalvas.

"Essa abordagem traz esperanças de vacinação fácil e em grande escala, já que ela tem como alvo um tipo de célula imunológica chamada célula Langerhans, que existe em abundância na pele", disse Diane Williamson".

"Essas células absorvem avidamente a vacina e são capazes de desencadear a resposta imunológica".

"Porém, um dos problemas em potencial na aplicação (da vacina) sobre a pele é o tempo de aplicação e como garantir a administração da quantidade adequada de vacina".

"Além disso, talvez haja problemas de tolerância do adesivo em alguns pacientes. Mas se esses problemas puderem ser superados, o nanoadesivo tem o potencial de substituir a aplicação convencional, baseada em aplicação intramuscular por agulha".

O nanoadesivo começará a ser testado em breve na Papua Nova Guiné, onde suprimentos de vacina são escassos.

Kendall disse que acha difícil imaginar um mundo sem agulhas e seringas tradicionais, mas espera que o novo método possa ser utilizado em grande escala.

TEXTO DA Margot, A SUA MODA


A SUA MODA
As meninas querem estar na moda, copiar atrizes, cantoras, você também? Mas, o que significa estar na moda? Será usar tudo o que lançam no mercado? E se alguns modelos não combinam? Nem com você, nem com o lugar onde você mora? Muitos falam que mulher se veste para mulher e acho que é verdade, pois, às vezes quem chama a atenção do garoto é a mais diferente no visual, não copie nem se prenda a moda, aprenda a segui-la sem obrigações de acordo com a sua personalidade, sem abusar do estilo.
Relaxe menina! Suavize sua beleza natural e tenha sempre um sorriso no rosto!
Beijos da Margot

sábado, 15 de junho de 2013

Novo remédio para emagrecer chega as farmácias dos EUA na próxima semana.

O lorcaserin controla o apetite ativando o receptor da serotonina, neurotransmissor ligado à saciedade O novo medicamento para emagrecer Belviq (cloridrato de lorcaserin) será comercializado nos EUA a partir da próxima semana, informou o fabricante nesta terça-feira (11). A chegada do produto às farmácias ocorre quase um ano após a aprovação da droga pela FDA (Food and Drug Administration), agência que regula alimentos e remédios no país. Na ocasião, o anúncio gerou expectativas, já que havia mais de dez anos que nenhuma droga para obesidade era aprovada.
O remédio, que melhora o fluxo de serotonina no cérebro (hormônio que estimula a saciedade), é indicado para adultos obesos ou pacientes com sobrepeso que tenham pelo menos uma doença associada, como diabetes ou colesterol alto. Ele é fabricado pela Arena Pharmaceuticals.

O atraso no início da comercialização ocorreu por problemas logísticos. A classificação do produto também demorou para sair - a FDA definiu que se trata de uma droga controlada com pouco potencial de abuso. Nos estudos conduzidos pela farmacêutica, apenas uma parcela pequena de pacientes teve problemas como euforia e alucinações.
Por causa da demora, o Belviq começa a ser vendido dez meses depois de seu maior concorrente, o Qsymia (pentarmina e topiramato), aprovado pouco depois. O Qsymia (inicialmente chamado de Qnexa) inclusive apresentou melhores resultados nos estudos.
Pacientes que tomaram Qsymia por um ano perderam 6,7% de seu peso corporal em um estudo e 8,9% em outro. Já os que tomaram Belviq perderam apenas 3,7% do peso no mesmo período. Mas cerca de 47% dos pacientes não diabéticos perderam pelo menos 5% do peso com o locarserin, dado que foi considerado suficiente para a aprovação pelo FDA.
Segundo a agência reguladora, os pacientes devem parar de tomar Belviq após três meses de uso caso não consigam perder 5% de seu peso corporal. Os efeitos colaterais incluem depressão, enxaqueca e problemas de memória.
O fabricante do Belviq deve enfrentar uma árdua batalha no mercado, uma vez que as vendas do Qsymia desapontaram os analistas. Em parte, isso se deve ao fato de que o composto de pentarmina e topiramato, produzido pela Vivus, é caro e ainda só é vendido por encomenda. 
(Com AP)

domingo, 9 de junho de 2013

Gripe pode evoluir para pneumonia viral, alerta especialista.

Muita gente confunde gripe e resfriado; no primeiro caso, é preciso consultar o médico

  • Muita gente confunde gripe e resfriado; no primeiro caso, é preciso consultar o médico
Com as temperaturas mais amenas, os gripes e resfriados chegaram mais cedo este ano. Mas nem todo mundo sabe diferenciar uma doença da outra. Nesta edição do @saúde, o médico e colunista do UOL Jairo Bouer entrevista o pneumologista Humberto Bogossian, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, que esclarece alguns mitos sobre essas infecções.
"A gripe é causada basicamente por um tipo de vírus, o influenza, e é um quadro mais agressivo: a pessoa não consegue nem sair da cama, tem febre alta, dores no corpo, e pode haver coriza e tosse", conta o médico. Esse quadro, segundo ele, pode se manifestar como uma pneumonia viral, ou seja, a inflamação do tecido pulmonar. É por isso que pessoas com gripe devem procurar o médico, especialmente as mais vulneráveis, como as que têm doenças crônicas, problemas respiratórios, crianças, idosos e gestantes.

Bogossian confirma os dados do Ministério da Saúde de que a gripe chegou mais cedo este ano, e há mais casos graves de infecção por H1N1 que em 2012, por exemplo.
Já o resfriado, que pode ser causada por vários tipos de vírus, é um quadro mais leve - geralmente leva a coriza, dor de cabeça, tosse ou dor de garganta e se resolve em alguns dias. O pneumologista diz que esses casos podem ser tratados em casa, com analgésicos, soluções salinas e, eventualmente, inalação com soro fisiológico. 
De acordo com o médico, é sempre recomendável tomar muito líquido, tanto nas gripes quanto nos resfriados. Já em relação a receitas caseiras, ele diz que não há nada comprovado cientificamente. "A vitamina C pode agir, de alguma maneira, na imunidade, mas não se sabe o quanto em um quadro agudo", afirma. Mas ele concorda que os chás podem trazer uma sensação de alívio, por dilatar um pouco as vias aéreas. E o mel ajuda a lubrificar a garganta, o que também pode ser útil.
Como são recursos que não causam prejuízo, ele não vê mal em usar as receitas "da vovó". Só é preciso tomar cuidado com o exagero: "Vitamina C em excesso faz mal", alerta o especialista. E, quando o caso é de gripe de verdade, nenhum desses conselhos populares deve substituir o cuidado médico.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Esgotamento mental não é frescura; saiba como combater o problema.

Às vezes o cansaço mental é tanto que é sentido fisicamente, com dores pelo corpo, dores de cabeça e até mesmo problemas gastrointestinais como gastrites e úlceras

  • Às vezes o cansaço mental é tanto que é sentido fisicamente, com dores pelo corpo, dores de cabeça e até mesmo problemas gastrointestinais como gastrites e úlceras
Depois de andar para lá e para cá o dia inteiro, trabalhar, ir à academia, fazer compras no mercado, seu corpo está esgotado e precisa de um descanso. Seu cérebro também. Muitas vezes não nos damos conta que, após um intenso trabalho intelectual, o cérebro também fica "cansado", e também precisa de um tempo para relaxar. Ignorar essa necessidade pode causar uma série de problemas.

No mundo moderno, em que uma grande parcela da população trabalha em frente a um computador, e em que cada vez mais se exige pensamento rápido, criatividade e empreendedorismo, é muito fácil deixar o cérebro "cansado". Além disso, muitas vezes exige-se que ele trabalhe com energia total por períodos muito longos. "Podemos dizer que o excesso de demanda da química necessária para manter o corpo e a mente ativados se 'esgotam' em algum momento", alerta Sergio Klepacz, psiquiatra do Hospital Samaritano de São Paulo.

Ele explica que essa química é composta por hormônios e neurotransmissores como cortisol (um dos grandes responsáveis pela preparação do organismo para os enfrentamentos dos desafios do dia a dia e das situações de perigo) e  noradrenalina (neurotransmissor responsável pela sensação de motivação e também da atenção).
"Vários estudos mostram queda nessas substâncias durante esses períodos de estafa", diz. Por isso, as consequências mais imediatas são falta de atenção, dificuldade de memória, perda de concentração, pensamento mais lento, desânimo, alterações no sono e, é claro, cansaço – excessivo e crônico.

Às vezes o cansaço é tanto que é sentido fisicamente, com dores no corpo, dores de cabeça e até problemas gastrointestinais, como gastrites e úlceras. Por isso muitos pesquisadores afirmam que o esgotamento mental pode ser até mesmo mais grave do que o físico, pois pode causar danos tanto corporais como emocionais. Outro perigo é que muitas vezes ele é ignorado; então o cansaço se acumula e as consequências se agravam.

Sinal de alerta

Quando os primeiros sinais de alerta são ignorados, o problema vira uma bola de neve e pode desencadear uma série de complicações. Os problemas que mais surgem são o desenvolvimento de gastrites e úlceras, baixa da imunidade, com resfriados e gripes constantes, alergias, queda de cabelo, hipertensão, bronquite e alterações menstruais, entre outros.

Como essa química está atrelada ao sistema imunológico, as consequências podem ser fisicamente relevantes, com o aparecimento de quadros infecciosos que podem se agravar. "O esgotamento pode levar ao aumento da suscetibilidade para doenças, como, por exemplo, as cardiovasculares (hipertensão) e as autoimunes, tensão muscular, dor lombar ou cervical e distúrbios do sono", aponta a psiquiatra Telma Ramos Trigo, da Associação Brasileira de Psiquiatria.

Além dos estragos físicos, há também os emocionais. A relação com o próprio trabalho pode ser prejudicada, pois a baixa sensação de energia e a desatenção levam também à baixa produtividade e a erros.

A relação com as pessoas também pode ser prejudicada diante da falta de ânimo em interagir, da irritabilidade, da impaciência e das mudanças bruscas de humor. O que pode fazer com que a pessoa sinta-se sozinha, agoniada, ou até mesmo se isole.

"Mentalmente, se não houver intervenção, o quadro pode ter consequências no sistema emocional, com o aparecimento de alterações de humor, tipo depressão, além de consequências em longo prazo para o cérebro", destaca Klepacz.

Energia no vermelho

Um dos problemas que podem decorrer desse esgotamento mental é a síndrome de burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, que acontece quando o cérebro entra em processo de falência e não consegue mais trabalhar direito. Em inglês, o termo burnout é definido como aquilo que deixou de funcionar por absoluta falta de energia. Metaforicamente, é algo (ou alguém) que chegou ao seu limite, com grande prejuízo em seu desempenho físico ou mental. Ela foi assim denominada por psicanalista nova-iorquino, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970.

A síndrome de burnout é um processo iniciado com excessivos e prolongados níveis de estresse no trabalho – ou seja, é uma consequência de um processo crônico.

"A estafa ou esgotamento é o resultado de um estresse repetitivo e prolongado. A partir de certo ponto, isso passa a diminuir a produtividade e esgota nossa energia", explica Trigo.

Um estudo da OMS (Organização Mundial de Saúde) colocou o burnout como uma das principais doenças dos europeus e norte-americanos, ao lado do diabetes e das doenças cardiovasculares. Apesar de estar intimamente ligada à vida profissional, não são só os trabalhadores que sofrem deste mal: estudantes e até desempregados também podem ser acometidos pela síndrome devido a preocupações e nervosismo, por exemplo.

Diversão e lazer

Para se tratar o esgotamento mental, recomenda-se o acompanhamento de um especialista e, às vezes, medicação. "Em se tratando de esgotamento puramente cerebral, parte-se para orientações sobre o manejo das situações estressantes, avaliação da necessidade de medicamentos, orientações para aumentar a resistência física do indivíduo e avaliação da necessidade de psicoterapia", aponta Trigo.

A psiquiatra enfatiza a necessidade de buscar ajuda nesses casos. Segundo ela, muitas vezes a pessoa com estafa mental ou síndrome de burnout tende a se isolar ao invés de pedir ajuda, mas isso é fundamental para se resolver o problema. "Nosso cérebro é um órgão como qualquer outro. Na verdade, talvez um pouco mais complexo devido a trilhões de conexões. A grande questão é: por que ele não merece ajuda especializada assim como os nossos outros órgãos?", questiona.

Na hora de se tratar – e também de se evitar – o esgotamento mental, dormir bem e se alimentar adequadamente é essencial. Mas ter horas de relaxamento e diversão também. Muitas vezes as pessoas que sofrem com esses males investem muita energia no trabalho em detrimento de outros aspectos da vida, como família, amigos e lazer.

Isso acaba causando um desequilíbrio que prejudica a qualidade de vida e o bem-estar. Os especialistas afirmam que o lazer também é parte importante do dia a dia e deve ser valorizado. "O segredo é poder compensar os momentos de estresse com momentos de prazer e diversão", recomenda Klepacz.

Dicas para o dia dos namorados de Aurinete Medeiros Style

Olá!
Voltei...hoje vou dar dicas para o dia dos namorados, que tal pensar com muito amor e bastante atenção para o amor ficar mais criativo.
Existe muita opção acho que dando uma olhada nas vitrines não falta nada, mas precisamos comprar o que o nosso amor realmente deseja e que seja a carinha de cada um, para a mulherada tem uma variedade..nossa, gigantesca. Só que por favor sejam criativas para o homem existe muitas coisas legais! E nós mulheres temos de ter o hit, eles afinal merecem. Estar chegando as festas de Junho e Julho e um look legal faz uma diferença num é? Vamos brincar o São João com muita animação e usando o seu estilo com as minhas dicas OK!!!
Gente os acessórios da moda se vocês não sabem olha só os cintos apache é o queridinho das Blogueiras.
tem também a Cluths as transparentes vem com 3 forros é show. Arrasem com seus amores e fiquem lindas.

Até a próxima.
Aurinete Medeiros Style





 

  Estilo short em couro com jaqueta de animal printy


 Arrasem fiquem lindas com as minhas dicas.

 
 Os cintos Apache queridinho das blogueiras



 Xadrez nessa temporada sempre muito bem vindo



 Não desista...arrasem com seu amor.
 

terça-feira, 4 de junho de 2013

Adoçante estévia ganha popularidade e vendas avançam Comente

Getty Images
Adoçante à base de estévia está ganhando popularidade nos EUA e na EuropaAdoçantes extraídos da estévia estão rapidamente se tornando uma sensação especialmente nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, países onde ainda são uma novidade, apesar de a planta ser usada há séculos na região do Brasil.
Apenas em 2008 o governo americano deu seu aval para a venda de produtos com o adoçante. Na União Europeia, a autorização foi concedida em 2011.

Refletindo isso, entre 2008 e 2012 houve um aumento global de 400% na venda de produtos à base de estévia, com uma elevação de 158% apenas entre 2011 e 2012, segundo a Mintel, consultoria internacional do setor de alimentos.

A rede britânica de lojas de vitaminas e suplementos alimentares Holland & Barrett diz ter detectado um aumento de 50% nas vendas de produtos com o adoçante no último mês, em comparação com o mesmo período do ano passado.

A Coca-Cola chegou a alterar a receita do refrigerante Sprite na Grã-Bretanha, relançando uma versão com stevia que supostamente teria uma redução de 30% de calorias.

Segundo os fabricantes, o "adoçante milagroso" não tem calorias nem carboidratos e não aumenta os níveis de glicose. Mas será que isso é bom demais para ser verdade?

Produto 'natural'
David Turner, da analista de alimentos e bebidas da consultoria Mintel, diz que atualmente pode-se encontrar no mercado uma variedade de iogurtes, chocolates e até cervejas adoçadas com estévia e que a mídia tem cada vez mais ligado o açúcar refinado à obesidade, que é descrita atualmente como uma epidemia mundial.

Somente no Brasil, mais de 65 milhões de pessoas estão com excesso de peso, enquanto que dez milhões são tidos como obesos.

A estévia tem o potencial de ajudar a controlar do peso, a manter a saúde dos dentes e combater o diabetes, diz a nutricionista Laura Wyness, da Fundação Britânica de Nutrição.

Esses possíveis benefícios médicos já seriam válidos para os adoçantes artificiais de baixa caloria que estão no mercado há muitos anos, como o aspartame e a sacarina, mas a estévia tem uma vantagem.

"A grande questão da estévia é que ela tem uma fonte natural", diz Stefan Gates, apresentador de TV e autor de livros sobre gastronomia e alimentos. "Isso não significa que ela já não esteja altamente processada quando chega à sua comida ou bebida... mas é isso (produtos 'naturais') que todos querem agora."

Margaret Ashwell, cientista membro do Instituto Global da Estévia, explica que "o processo de extração inclui deixar as folhas secas imersas em água, como se faria com chá, e então separar ou purificar os compostos de melhor sabor adocicado, que são conhecidos como glicosídeos de esteviol."

Ashwell diz que os glicosídeos de esteviol permanecem quimicamente intactos durante todo o processo - o que lhe daria uma vantagem a mais comparado com outros adoçantes.

Segundo cientistas, os extratos concentrados são cerca de 300 vezes mais doces do que o açúcar. Já o gosto "tem sido descrito como semelhante a sementes de anis", disse David Turner.

Controvérsias
Mas ainda não se sabe ao certo os efeitos a longo prazo dos adoçantes como a estévia, o que faz com que surjam temores. Um deles é de que o adoçante afete hormônios relacionados à atividade cerebral.

Em comparação com a estévia, os adoçantes artificiais sintéticos, como o aspartame - usado em bebidas como a Coca-Cola Diet - têm sido alvo de controvérsias há muito tempo.

O aspartame já foi ligado ao câncer, e embora não tenha havido provas conclusivas, as pessoas se mantêm receosas quanto à palavra "artificial" em questão de alimentos, diz o apresentador e escritor Stefan Gates.

Além disso, "há uma anseio na indústria alimentícia por produtos que 'não contenham x' (componente, ou substância)'", diz Gates. "Se você puder listar que seu produto é 'livre' de alguma coisa, tem uma grande vantagem no mercado porque as pessoas são influenciadas por reportagens que alimentam a paranoia sobre os alimentos".

A Associação Dietética Britânica e a organização não-governamental Diabetes UK (que faz campanhas para frear o avanço da doença e congrega mais de 5 mil voluntários) não fazem distinção entre seus aconselhamentos para adoçantes tradicionais e a estévia.

"Como nutricionista, eu apoio e promovo o uso de adoçantes na cozinha e nas dietas", diz Sioned Quirke, porta-voz da Associação Dietética Britânica.

"Não há indícios que sugerem que os adoçantes de baixas caloria, como a sacarina, o aspartame e a sucralose, sejam ruins para as pessoas", complementa, dizendo que ela aconselha o uso da estévia somente como adoçante e acredita que as indícios sobre os supostos benefícios à saúde são insuficientes.

Robert Lustig, autor do livro Fat Chance: The Bitter Truth about Sugar (ou "A Amarga Verdade sobre o Açúcar", em tradução livre), é um ativista antiaçúcar, mas se recusa a defender os adoçantes alternativos justamente pela falta de estudos científicos.

Ele diz que ainda não se sabe se tais compostos afetam as funções cerebrais ou os hormônios e nem os efeitos sobre o organismo, que é "enganado" ao se preparar para receber uma quantidade de açúcar que nunca chega.

"Pode ser que isto faça com que o cérebro libere mais insulina", diz, acrescentando que não há provas sobre possíveis benefícios para a perda de peso.