sexta-feira, 29 de março de 2013

Óleo de avelã e semente de girassol são alternativas saudáveis; veja por quê.

A semente de girassol é nutritiva e rica em gordura poli-insaturada e, quando torrada, apresenta nutrientes

  • A semente de girassol é nutritiva e rica em gordura poli-insaturada e, quando torrada, apresenta nutrientes
Sempre muito popular na cozinha dos brasileiros, o óleo é um produto que requer atenção pelo perigo que pode oferecer à saúde, dependendo da quantidade ingerida e de sua origem.
Durante o último Congresso Internacional de Nutrição Funcional e Esportiva, realizado em São Paulo em 2012, um dos produtos que chamou a atenção foi o óleo de avelã. Não é para menos, ele une o útil ao agradável, dando um sabor especial aos pratos e sendo uma boa opção para a saúde. Por ser uma fruta oleaginosa, a avelã é generosa em gorduras boas e saudáveis para o organismo.

"Rico em ácido oléico, um monoinsaturado dos ácidos graxos, o óleo ajuda a reduzir os níveis de colesterol e a controlar o diabetes. Além disso, possui as vitaminas B1, B2 e B6, essenciais para a formação do sangue e saúde mental", explica Paula Castilho, nutricionista da Sabor Integral Consultoria em Nutrição.

O óleo de avelã ajuda ainda a prevenir problemas como aterosclerose (acúmulo de material gorduroso nas paredes das artérias), doenças cardíacas e AVC (Acidente Vascular Cerebral).  A vitamina E, presente em abundância nesse produto, é um potente oxidante que ajuda a reduzir a degeneração da célula.

Fábio Bicalho, nutricionista clínico e funcional, ressalta outro benefício da avelã: "É rica também em ômega-9, gordura essencial à alimentação, caroteno, selênio, fósforo, potássio e magnésio". Por ser estável a altas temperaturas, o óleo não queima facilmente e possui um sabor adocicado que enriquece tanto pratos salgados como doces.

  • Thinkstock A avelã é rica em gorduras boas e saudáveis para o organismo e seu óleo ajuda a reduzir os níveis de colesterol e a controlar o diabetes
O ideal é que 30% da energia que uma pessoa precisa seja obtida por meio da ingestão de gordura. "A de origem vegetal é constituída de vários ácidos graxos mono e poli-insaturados, que apresentam benefícios à saúde, como a melhora na proporção de colesterol bom e ruim no sangue. Por isso, óleos como o de avelã são indicados", explica Paulo Henkin, médico nutrólogo da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia).
Girassol
Outro destaque no último Congresso Internacional de Nutrição Funcional foi o óleo de pepita de girassol. A semente de girassol é nutritiva e rica em gordura poli-insaturada e, quando torrada, apresenta nutrientes como vitaminas E, D e do complexo B, selênio, fósforo e potássio. Com tantos benefícios, esse óleo foi apresentado no evento como um grande auxiliar nos tratamentos nutricionais. O produto representa uma alternativa saudável em substituição à manteiga, óleo de soja e margarina.

Bicalho explica o motivo: "Esses outros apresentam alto teor de gordura saturada, mais prejudicial à saúde: 66%, 15% e 18%, respectivamente. Em comparação a eles, o óleo de girassol ganha, pois seu teor é de apenas 11%."

Leve e fluido, o óleo traz benefícios à saúde e pode ser consumido todos os dias. "Contém gorduras poli-insaturadas, que desempenham a função de reduzir o mau colesterol (LDL) e atua como antioxidante essencial para a formação e recuperação muscular", afirma Castilho. Outra vantagem é seu alto teor de vitaminas B e B1, fundamentais, como já foi dito, para o bem-estar psicológico.

Com um sabor que lembra o de nozes, o óleo de pepita de girassol pode acompanhar saladas, pratos frios, massas e carnes.


 Do UOL.

domingo, 24 de março de 2013

Leucemia: estudo revela tratamento promissor.

Técnica recupera os linfócitos T, as principais células do sistema imunológico / Shutterstock Uma terapia genética promissora permitiu, a partir da modificação de células do sistema imunológico, causar a remissão do câncer em um pequeno grupo pequeno de adultos com uma forma agressiva de leucemia, revelou um estudo publicado nos Estados Unidos.

Cinco pacientes com idades entre 23 e 66 anos, que sofriam de leucemia linfoblástica aguda, tiveram uma remissão completa depois de receber linfócitos geneticamente modificados provenientes de seu próprio sistema imunológico.

Este tratamento parece ter eliminado as células cancerosas que tinham reaparecido apesar da quimioterapia, indicam os resultados deste teste clínico, chefiado pelo doutor Renier Brentjens, oncologista do hospital Memorial Sloan-Kettering em Nova York.

O estudo é publicado na última edição da revista "Science Translational Medicine".

Esta remissão, obtida entre uma semana e 59 dias, segundo os participantes, permitiu que quatro deles recebessem transplante de medula óssea, um tratamento eficaz para eliminar este tipo de leucemia mas que requer que o paciente tenha força para enfrentá-lo.

No quinto participante, a leucemia ressurgiu três meses depois do uso do tratamento fenético, quando o paciente estava muito doente para um transplante de medula óssea. Ele morreu pouco tempo depois.

Dos quatro que receberam transplante de medula óssea, um morreu de embolia pulmonar e outros ainda estão em tratamento.

Esta técnica genética consiste em recuperar no sangue dos doentes os linfócitos T, as principais células do sistema imunológico, para modificá-los geneticamente com um vírus e dotá-los de um receptor molecular, o que os permite atacar o câncer.

Uma vez modificados, estes linfócitos são devolvidos ao paciente via perfusão. Também têm a capacidade de se multiplicar no corpo para uma remissão duradoura.

Esta técnica já foi usada com sucesso nos Estados Unidos em crianças com leucemia.

"Embora este novo tratamento contra o câncer seja promissor, ainda deve ser ajustado para que se obtenha a máxima eficácia e sustentabilidade, assim como para reduzir ao mínimo os efeitos colaterais", afirmaram os autores da pesquisa.s foram a aposta.

domingo, 17 de março de 2013

Só deve usar adoçante quem realmente precisa, defendem especialistas.

Todo edulcorante artificial, se consumido em excesso e em longo prazo, pode propiciar algum dano para a saúde, principalmente quando relacionado com o uso abusivo de alimentos industrializados
Todo edulcorante artificial, se consumido em excesso e em longo prazo, pode propiciar algum dano para a saúde, principalmente quando relacionado com o uso abusivo de alimentos industrializados
Desde que os adoçantes foram criados (a sacarina foi descoberta em 1879), várias dúvidas e polêmicas surgiram no rastro do produto colocando em dúvida não só sua eficácia, mas, principalmente, seus efeitos sobre a saúde. Embora vários estudos ainda não sejam conclusivos, convém saber mais sobre o assunto e sempre ouvir a opinião de especialistas.

A nutricionista Luciana Harfenist, membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, salienta que há restrições e contraindicações ao emprego do item. "Quem tem pressão alta ou insuficiência renal, por exemplo, precisa verificar as taxas de sódio de cada marca antes de consumir." E tem mais: vários profissionais defendem que indivíduos saudáveis, que não apresentam nenhuma doença que obrigue restringir o açúcar, não deveriam inserir o adoçante na alimentação.
"Muito melhor seria adotarem uma dieta equilibrada, em quantidades adequadas para suas necessidades nutricionais", sustenta a nutricionista Ariane Machado Pereira, pós-graduada pelo Imen (Instituto de Metabolismo e Nutrição).
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Veja mitos e verdades sobre adoçantes17 fotos

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O emprego desses produtos é prejudicial à saúde. PARCIALMENTE VERDADE: conforme considera a nutricionista Ariane Machado Pereira, tudo depende da forma como o item é inserido na alimentação. "Dentro de um contexto saudável, para indivíduos que precisam se submeter a uma dieta restrita ou com quantidades reduzidas de açúcar, apresentando condições metabólicas e fisiológicas específicas, como diabetes, por exemplo, o adoçante apropriado não proporcionará malefícios", diz. Agora, se for consumido em doses excessivas, sem que se identifique o melhor produto de acordo com as necessidades, é possível que promova algum efeito maléfico para determinadas pessoas, segundo ela. A também nutricionista Luciana Harfenist concorda: "Como envolve substâncias artificiais, quando em excesso pode causar problemas a longo prazo, como alergia, enxaqueca, falta de concentração, dificuldade no controle da ingestão de carboidrato e mudança no paladar" Getty Images
Para melhorar a imagem desses produtos, a Abiad (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres) lançou uma cartilha, com informações aos consumidores, que recebeu o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O material garante que o adoçante não é prejudicial à saúde, e que "a segurança dos aditivos alimentares é feita através de inúmeros estudos científicos para comprovação da inexistência de efeitos adversos decorrentes do seu consumo".

Proibidos e liberados

Porém, nos Estados Unidos, por exemplo, o ciclamato de sódio foi relacionado ao câncer e, por isso, seu uso foi proibido. "Existem estudos que fazem um paralelo entre o câncer na bexiga e a sacarina e o ciclamato", diz Harfenist.

Pereira, no entanto, cita o Informe Técnico nº 40, de 2 de junho de 2009, disponível na página da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que diz que a decisão tomada pelo FDA, regulador de remédios e alimentos norte-americano, foi baseada em um estudo feito em ratos. A entidade já recebeu uma petição para revisar a proibição, que ainda está em análise.
A Anvisa diz que, desde então, foram conduzidos muitos estudos sobre carcinogênese envolvendo ciclamato, sozinho ou em misturas com sacarina, não tendo sido demonstrada incidência estatisticamente significativa de tumores na bexiga dos animais testados


"Acredito que todo edulcorante artificial, se consumido em excesso e em longo prazo, pode propiciar algum dano para a saúde, principalmente quando relacionado com o uso abusivo de alimentos industrializados, ricos em conservantes e aromatizantes e que, muitas vezes, já apresentam em sua composição algum edulcorante artificial", diz Pereira.
"Indivíduos saudáveis, sem necessidade de dietas especiais, não precisam aderir aos adoçantes artificiais. Basta mudar os hábitos alimentares, saborear itens in natura, como sucos de frutas, por exemplo, ou mesmo o café puro. Talvez isso demande tempo e persistência para que o organismo possa se adaptar ao sabor, mas compensará", conclui a nutricionista.
De qualquer forma, é bom ir com calma antes de começar a pingar gotinhas do dito-cujo em tudo que ingerir.
FONTE -UOL

A volta do blazer - Aurinete Medeiros(consultora de moda)


Olá!
A volta do blazer
O blazer voltou com tudo no cenário da moda. A peça-chave no guarda roupa da mulherada.
O blazer pode ser combinado com um estilo mais chique ou despojado, as combinações vão mais alem das calças sociais, combinando agora com saias longas, vestidos, shorts, leggins, camisetas básicas e a velha calça jeans, é um coringa, podemos usar em qualquer estação do ano, é só variar o modelo as cores e os tecidos. Depois é só usar a criatividade com outras peças e acessórios modernos.

Aurinete Medeiros. até a proxíma.




quinta-feira, 14 de março de 2013

Entenda por que o goji berry é o novo superalimento da moda.

A alta concentração de vitamina C e a grande quantidade das vitaminas B1, B2 e B6 são atrativos da fruta
A alta concentração de vitamina C e a grande quantidade das vitaminas B1, B2 e B6 são atrativos da fruta
Consumida pelos orientais há milhares de anos, o goji berry ainda é novidade no país, mas vem conquistando cada vez mais espaço no cardápio dos brasileiros.  Originária do sul da Ásia - China, Tibete e Índia -, a fruta é a sensação do momento nas dietas e destaca-se também por suas propriedades benéficas à saúde.

Rica em variedade de aminoácidos, vitaminas, minerais, ácidos graxos insaturados, antioxidantes e polissacarídeos, o goji berry agrada à primeira vista por ser pouco calórica. Uma colher de sopa da fruta possui cerca de 50 calorias. Contudo, seus benefícios vão muito além da balança.


Lista extensa de benefícios
A alta concentração de vitamina C é um dos atrativos da fruta chinesa, como comprovado no trabalho publicado no American Journal of Clinical Nutrition. Cada 100 gramas da fruta contêm 2 gramas de vitamina C. Já 100 gramas, ou uma xícara de chá, da versão seca contém 2500 miligramas da vitamina, quantidade 50 vezes maior que a de uma laranja. Além disso, ela também possui grande quantidade das vitaminas B1, B2 e B6.
A quantidade de vitamina C já justifica o consumo diário de goji berry e, segundo a nutróloga membro da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia) Marcella Garcez, sua ingestão por meio do alimento é muito mais eficiente para o organismo do que se fosse realizada em forma de suplementos.

A nutricionista Lenycia Neri, diretora da Nutri4Life, destaca que pesquisa publicada em maio de 2008, no Journal of Alternative and Complementary Medicine, comprovou que o consumo regular da fruta asiática resulta no aumento no nível de energia, desempenho atlético, qualidade do sono, facilidade de despertar e a capacidade de se concentrar em atividades. Além disso, pode ajudar na redução da fadiga e do estresse.


Antioxidante
Neri afirma que a lista de benefícios não para por aí. "Devido às suas propriedades antioxidantes, essa fruta é utilizada como agente na prevenção de doenças cardiovasculares e inflamatórias, distúrbios da visão, do sistema neurológico e imunológico, além de possuir propriedade anticancerígena e antienvelhecimento", afirma.

Já o ácido graxo chamado linoleico ajuda a reduzir a taxa de colesterol ruim (LDL) do sangue e os aminoácidos presentes na fruta colaboram para a produção de proteínas, que serão as responsáveis por enrijecer os músculos e reduzir a flacidez. A poderosa fruta vermelha ainda possui grande quantidade de  fitonutrientes chamados betaína e germânio, minerais altamente anticancerígenos.

"Frutas com pigmentos vermelhos, como o goji berry, são ricas em carotenoides. Essas substâncias previnem doenças do envelhecimento e protegem a pele e os olhos", explica também a  nutróloga Marcella Garcez.


 
  • Thinkstock Na versão desidratada, é interessante que a pessoa consuma a fruta juntamente com um líquido para hidratar as fibras e potencializar os efeitos
Como consumir
Depois de se impressionar com a lista de benefícios, resta saber como consumir essa fruta vermelha tão poderosa. O goji berry pode ser encontrada fresco, seco e em forma de cápsulas.

"Para que consiga alcançar seu efeito medicinal, a dosagem diária recomendada é de 15 a 45 gramas, ou 120 ml de seu suco", afirma a nutricionista. A fruta pode ser misturada a outras frutas, saladas, sucos e iogurtes.
Como é fonte de energia, a nutróloga indica que o goji berry seja ingerido preferencialmente pela manhã e antes de atividades físicas.  "Se optar pela versão desidratada, é interessante que a pessoa consuma a fruta juntamente com um líquido pra hidratar as fibras e potencializar os efeitos benéficos", explica.

Por se tratar de uma fruta importada, a versão in natura não é encontrada facilmente. Contudo, é possível achar a goji berry desidratada em lojas e empórios de produtos naturais e cápsulas com o pó da fruta em farmácias de manipulação. A caixa com 60 comprimidos pode variar de R$ 30 a R$120 e o pacote com 150g da fruta desidratada custa, em média, R$ 40.